quinta-feira, setembro 27, 2007

Mamona

Como os tempos mudam. Estou fazendo um trabalho sobre biodiesel onde a mamona é cantada em verso e prosa por suas qualidades. Pois na minha época a mamona possuía uma única e importante função: armamento pesado.

Fosse na tradicional guerra de mamonas, como principal ítem bélico, ou como instrumento de torturas para descobrir a localização da bandeira da equipe adversária (crianças, procurem na Barsa ou na Delta Larousse o verbete "pique-bandeira"), a mamona representava para nós o mesmo que as baionetas para os exércitos da Primeira Guerra Mundial.

Hoje, aquela bolotinha verde aparentemente inútil é uma das potenciais responsáveis pela salvação do planeta e eu aqui, fazendo anúncio pra ela.

Superado por uma mamona, eita destino cruel.




Direto na têmpora: A pulga - Bebel

10 comentários:

don oliva disse...

Definitivamente as mamonas não são mais assassinas... hehehe

Redatozim disse...

ouch hehehe

Maria Luiza Pedrosa disse...

já tomei muita "mamonada" da oreia!

Renata disse...

vim te deixar um oi, e um bjo de bom fds! Com ou sem mamona!

Redatozim disse...

Merecidas, dona maria luiza? risos

Redatozim disse...

Bom fds, Rê. Beijo sem mamonada de preferência.

Maria Luiza Pedrosa disse...

Vindo do meu irmão mais velho, creio que merecidíssimas!

Redatozim disse...

hehehe em briga de irmãos quem bate tem sempre razão, ML

Rubens disse...

E pensar que nos tempos de pequeno mamona era praga que infestava os lotes vagos da cidade. Levar uma mamonada em cheio doía pra caramba. Pior é quando vinha a penca toda...

Redatozim disse...

Ah, sim, Rubéola, inclusive acho que os grandes produtores de biodiesel do Brasil deveriam ser os donos de lotes vagos. É só colonião e mamona.