Como os tempos mudam. Estou fazendo um trabalho sobre biodiesel onde a mamona é cantada em verso e prosa por suas qualidades. Pois na minha época a mamona possuía uma única e importante função: armamento pesado.
Fosse na tradicional guerra de mamonas, como principal ítem bélico, ou como instrumento de torturas para descobrir a localização da bandeira da equipe adversária (crianças, procurem na Barsa ou na Delta Larousse o verbete "pique-bandeira"), a mamona representava para nós o mesmo que as baionetas para os exércitos da Primeira Guerra Mundial.
Hoje, aquela bolotinha verde aparentemente inútil é uma das potenciais responsáveis pela salvação do planeta e eu aqui, fazendo anúncio pra ela.
Superado por uma mamona, eita destino cruel.
Direto na têmpora: A pulga - Bebel