segunda-feira, outubro 27, 2008

Seis graus de separação

Existe uma teoria que já virou filme com Will Smith e Papai Sutherland que sustenta que, entre dois seres humanos quaisquer, existem no máximo seis graus de separação. Ou seja, se eu escolher os indivíduos adequados, no máximo seis pessoas me separam da Jessica Alba (não que eu tenha interesse em chegar perto dela, Fer).

O fato é que já faz um bom tempo que a Universidade de Virginia, nos EUA, criou um jogo utilizando a base de dados do imdb (internet movie database) que permite que você faça este elo entre duas quaisquer "estrelas" de cinema. A coisa começou com Kevin Bacon (por isso o nome Oracle of Bacon) e hoje cobre toda a constelação hollywoodiana.


Por exemplo: Klaus Maria Brandauer e Felipe Dylon têm apenas dois graus de separação.

Klaus Maria Brandauer fez Rembrandt (1999), com Barbara Schulz.

Barbara Schulz fez O Dia da Caça (1999), com Marcello Antony.

E Marcello Antony fez A Guerra dos Rocha (2008), com Felipe Dylon.


Já o nosso querido filósofo, Frotinha, tem três graus de separação de Charles Chaplin.

Alexandre Frota fez O Escorpião Escarlate (1990), com José Lewgoy.

José Lewgoy fez Luar sobre Parador (1988), com Michael Greene.

Michael Greene fez That Lucky Touch (1975), com Marianne Stone.

E Marianne Stone fez A Countess from Hong Kong (1967), com Charles Chaplin.


Enfim, uma diversão saudável para aqueles dias em que o trabalho estiver absurdamente chato ou o calor simplesmente insuportável. Aproveitem, amiguinhos.

The Oracle of Bacon




Direto na têmpora: Kamera - Wilco

4 comentários:

ndms disse...

Realmente o trabalho tem que estar absolutamente chato e o calor absurdamente intolerável para cuidar de tanta " inutilidade "

redatozim disse...

Aí tem os dois, ndms, clica lá que você vai se divertir ;-)

Gastão, quase amigo do Paul McCartney disse...

Redatozim, meu irmão, já ouvi falar nessa teoria. Acho interessante, mas me parece meio forçada.

Seis graus de separação entre mim e um pastor de cabras da Mongólia? Entre este mesmo pastor e um criador de lhamas no Peru?

Primeiro teria que se definir o que é o elo entre duas pessoas. Tem que conhecer, os dois saberem os nomes um do outro? Ou só bater um papo uma vez já vale?

Se for só um papo, eu já bati papo com o Pimenta da Veiga e o Sérgio Miranda, o que me deixa próximo de Fernando Henrique e Lula. Daí a conhecer o mundo é um pulinho, quem sabe até mesmo o supracitado pastor de cabras.

Mas se tiver que conhecer mesmo, saber o nome, pode aumentar mais um elo na corrente (o Rubens Leite, da Belgo).

É, pensando bem, talvez não seja tão forçada assim...

redatozim disse...

Gasta, vc me conhece. Eu conheco um cara que ja comeu (sexualmente, claro, nao sejamos barbaros) uma cabra. Essa cabra tem uma tia na Mongolia. Essa tia conhece I seu pastor. Pronto, 4 graus.