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quarta-feira, novembro 09, 2011
sexta-feira, julho 22, 2011
Filmezinho lindo pro final de semana
Jean-François (2009) from tom haugomat & bruno mangyoku on Vimeo.
Direto na têmpora: The end - Flood
sexta-feira, julho 01, 2011
A greve e o twitter
A NBA está de greve. Ruim para os fãs, ruim para a Liga e, provavelmente, ruim para os donos e jogadores.
A única coisa boa é rir do ridículo que a situação gera. Por exemplo, o jornalista Ric Bucher acaba de twittar o seguinte:
"NBA GMs/coaches can still follow their players on Twitter during lockout. But a mention or re-tweet? $1 million fine + maybe loss of picks."
Se você não fala inglês, o textinho singelo diz que técnicos e General Managers dos times podem seguir os jogadores no Twitter, mas se retuitarem algo de autoria ou mencionarem os jogadores, podem levar multa de um milhão de dólares e ainda perder seu direito a escolha no draft.
Lógico que isso gerou piadas como: "se um técnico quiser cutucar um jogador no FB ele pode?". Mas a coisa é mais séria.
A situação, que realmente parece ridícula, mostra que as redes sociais já não são coisinha de meninada como muitos pensam, mas um meio de comunicação e interação que precisa ser levado em conta em qualquer processo coletivo, seja ele institucional, organizacional ou mercadológico.
E não dá mais pra fugir disso.
Direto na têmpora: Balloons - Foals
A única coisa boa é rir do ridículo que a situação gera. Por exemplo, o jornalista Ric Bucher acaba de twittar o seguinte:
"NBA GMs/coaches can still follow their players on Twitter during lockout. But a mention or re-tweet? $1 million fine + maybe loss of picks."
Se você não fala inglês, o textinho singelo diz que técnicos e General Managers dos times podem seguir os jogadores no Twitter, mas se retuitarem algo de autoria ou mencionarem os jogadores, podem levar multa de um milhão de dólares e ainda perder seu direito a escolha no draft.
Lógico que isso gerou piadas como: "se um técnico quiser cutucar um jogador no FB ele pode?". Mas a coisa é mais séria.
A situação, que realmente parece ridícula, mostra que as redes sociais já não são coisinha de meninada como muitos pensam, mas um meio de comunicação e interação que precisa ser levado em conta em qualquer processo coletivo, seja ele institucional, organizacional ou mercadológico.
E não dá mais pra fugir disso.
Direto na têmpora: Balloons - Foals
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quinta-feira, junho 02, 2011
Internet
A gente tentando entender a internet hoje e os caras prevendo 2015.
Direto na têmpora: Your new boyfriend - Rocketship
Digital Life: Today & Tomorrow from Neo Labels on Vimeo.
Direto na têmpora: Your new boyfriend - Rocketship
sexta-feira, janeiro 28, 2011
Fuck Yeah Diretor de Criação
Se você é publicitário, possivelmente acompanhou pelo menos superficialmente o fenômeno que foram as 24 horas de hype do Fuck Yeah Diretor de Criação.
Para quem não é da área ou não ficou sabendo, o FYDC era um site com perfis (incluindo foto) dos principais Diretores de Criação das agências de São Paulo e um espaço para fazer seu comentário, anônimo ou não, sobre os caras.
A primeira vez que eu vi o link, ontem cedo, foi por indicação do Cris Dias que ainda comentou: "Chances de dar merda: 101,3%".
O fim foi anunciado, um dia depois, pelo perfil do @fyeahdc no Twitter: "Egos de publicitários ofendidos derruba o ficha-limpa do mercado. É oficial, temos um case: Em 24h mais de 600 mil page views."
Na verdade, apesar de ser divertido ver os comentários de mortais que atiram pedras no Olimpo (e putz, como foi divertido enquanto durou), o fim da empreitada não foi apenas uma questão de "egos de publicitários ofendidos". Tem também algumas questões éticas que eu considero muito sérias.
1) As pessoas expostas ali não concordaram necessariamente com a utilização de seu nome e imagem em um site com esse perfil.
2) Os apedrejados tinham rosto e nome, mas os que atiravam pedras podiam se valer do anonimato.
3) Não havia espaço equânime para réplica por parte dos atingidos.
4) Os comentários eram muitas vezes de cunho pessoal, com ataques e ofensas que tinham a ver com uma série de outras coisas que não o papel da figura como Diretor de Criação.
Resumindo, ri muito do FYDC enquanto durou. Alguns comentários são verdadeiras pérolas que deveriam ser imortalizadas, outros são apenas recalque violento e inútil. O fato é que o site não tinha futuro. Não merecia ter futuro. Foi uma ação de guerrilha que, acredito, ainda vai ter algumas consequências pros autores, possivelmente gerar protestos (pró e contra) e filhotes pelo Brasil.
Uma coisa no entanto é inegável, a ação foi impactante. Aliás, foi tão impactante que hoje pela manhã, quando o @glodin colocou o tuitou "Fuck Yeah Diretor de Criação MG : http://t.co/Z6u91Ud", eu cliquei imediatamente para ver o bafão.
Resultado? Fui sumariamente rickrolled e tive que passar pra frente.
PS - Se você quiser ler um texto muito mais bem escrito e opinativo do que o meu, mas com o qual eu tenho alguns pontos de discordância, confira o que o Marcelo Reis escreveu no site do CCSP.
Direto na têmpora: Sunny - Dusty Springfield
Para quem não é da área ou não ficou sabendo, o FYDC era um site com perfis (incluindo foto) dos principais Diretores de Criação das agências de São Paulo e um espaço para fazer seu comentário, anônimo ou não, sobre os caras.
A primeira vez que eu vi o link, ontem cedo, foi por indicação do Cris Dias que ainda comentou: "Chances de dar merda: 101,3%".
O fim foi anunciado, um dia depois, pelo perfil do @fyeahdc no Twitter: "Egos de publicitários ofendidos derruba o ficha-limpa do mercado. É oficial, temos um case: Em 24h mais de 600 mil page views."
Na verdade, apesar de ser divertido ver os comentários de mortais que atiram pedras no Olimpo (e putz, como foi divertido enquanto durou), o fim da empreitada não foi apenas uma questão de "egos de publicitários ofendidos". Tem também algumas questões éticas que eu considero muito sérias.
1) As pessoas expostas ali não concordaram necessariamente com a utilização de seu nome e imagem em um site com esse perfil.
2) Os apedrejados tinham rosto e nome, mas os que atiravam pedras podiam se valer do anonimato.
3) Não havia espaço equânime para réplica por parte dos atingidos.
4) Os comentários eram muitas vezes de cunho pessoal, com ataques e ofensas que tinham a ver com uma série de outras coisas que não o papel da figura como Diretor de Criação.
Resumindo, ri muito do FYDC enquanto durou. Alguns comentários são verdadeiras pérolas que deveriam ser imortalizadas, outros são apenas recalque violento e inútil. O fato é que o site não tinha futuro. Não merecia ter futuro. Foi uma ação de guerrilha que, acredito, ainda vai ter algumas consequências pros autores, possivelmente gerar protestos (pró e contra) e filhotes pelo Brasil.
Uma coisa no entanto é inegável, a ação foi impactante. Aliás, foi tão impactante que hoje pela manhã, quando o @glodin colocou o tuitou "Fuck Yeah Diretor de Criação MG : http://t.co/Z6u91Ud", eu cliquei imediatamente para ver o bafão.
Resultado? Fui sumariamente rickrolled e tive que passar pra frente.
PS - Se você quiser ler um texto muito mais bem escrito e opinativo do que o meu, mas com o qual eu tenho alguns pontos de discordância, confira o que o Marcelo Reis escreveu no site do CCSP.
Direto na têmpora: Sunny - Dusty Springfield
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quinta-feira, junho 24, 2010
Portraits Guerra nas Estrelas
Para quem gosta de Star Wars, o BuzzFeed trouxe um lance simplesmente sensacional.
Saca só o ilustrador Greg Peltz transformando os personagens da saga em portraits da época vitoriana e da Guerra Civil. Duca!

Sir 3PO

Lord Fett of Tatooine

The Baron of Cheweyshire
Direto na têmpora: Anna - Trio
Saca só o ilustrador Greg Peltz transformando os personagens da saga em portraits da época vitoriana e da Guerra Civil. Duca!

Sir 3PO

Lord Fett of Tatooine

The Baron of Cheweyshire
Direto na têmpora: Anna - Trio
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quarta-feira, março 10, 2010
The National + stop motion = duca
Eu sou fã de The National. Eu adoro filmes em stop motion. Eu já escrevi aqui sobre o coelho na lua. Resultado, eu achei esse filme simplesmente duca.
Direto na têmpora: Slow show - The National
Direto na têmpora: Slow show - The National
sexta-feira, janeiro 22, 2010
Ainda sobre o Twitter
Outro dia o Jarbas Agnelli disse, no Twitter, que achava o Twitter algo improdutivo. Deixando de lado todo o meu respeito pelo profissional que é Jarbas Agnelli, eu discordo dele monstruosamente (e tenho a impressão de que o Obama também).
Se o Agnelli quis dizer que o Twitter é contraproducente ou "time waster", eu posso até entender. Tem gente que usa mal qualquer ferramenta, desde o Youtube até o email e o Messenger, passando, por que não, pelo Twitter. Nem por isso sou eu quem vai dizer que o email ou o Youtube são improdutivos.
O fato é que o Twitter tem uma característica maravilhosa que é dar-se à utilidade que o seu dono escolhe. Se você só segue baladeiros e perfis de clubes e boates, seu Twitter terá uma função. Se você segue personalidades globais e perfis de fofocas, a função é outra. E se você segue profissionais que são referência em sua área de atuação ou perfis de notícias sobre o tema, a função é ainda outra.
Para a minha sorte, a TOM não apenas reconhece a importância do Twitter, como o utiliza muito bem para divulgar novas campanhas e o blog da agência. Mesmo sem acesso a números, arrisco a dizer que o Twitter é uma das maiores fontes de entrada no Tom Procê, mostrando-se uma ferramenta altamente produtiva no auxílio à formação da imagem da empresa.
O Twitter é uma rede social que tem um forte aspecto de rede de informação. Se o tema é cultura eu tenho acesso a Tom Waits (@tomwaits), Neil Gaiman (@neilhimself) e Vernon Reid (@vurnt22), por exemplo. Se o tema é esporte, recebo notícias via ESPN (@espn), Bill Simmons (@sportsguy33) e Boston Globe (@GlobeCeltics), entre outros.
Até aí, tudo bem, pode-se argumentar que isso não faz diretamente parte do meu trabalho, apesar de ser importante para a minha formação como indivíduo. Acontece que quando lidamos com comunicação, buscamos justamente pessoas que ofereçam um conteúdo diverso, atual e relevante para os mais diversos temas.
Mas se formos entrar na área profissional, aí é que o Twitter fica melhor ainda. Profissionalmente, recebo referências de campanhas, matérias relevantes, opiniões, insights e fico sabendo em tempo real o que se passa pela cabeça de figuras como Seth Godin (@thisissethsblog), Sandra Charan (@bubblychampers), Richard MacManus (@rww), Michel Lent (@lent), Suzana Apelbaum (@SuApelbaum), Ken Fujioka (@kenfujioka), Marcello Serpa (@Marcello_Serpa) e outros grandes profissionais do mercado.
Isso, para mim, é altamente produtivo. Antes do Twitter, estas informações, quando disponíveis, precisavam ser garimpadas na net com mais tempo perdido e resultados questionáveis.
Não estou dizendo aqui que o Twitter seja a ferramenta do futuro, nem que ele seja perfeito ou que não possa ser mal usado. O que eu estou dizendo é que o Twitter é hoje uma ferramenta importante em certas estratégias de comunicação e que oferece boas possibilidades para quem sabe usar. Quem nunca seguiu um evento bacana graças a uma hashtag no Twitter? Quem nunca planejou uma promoção na ferramenta de microblogging? Quem nunca conseguiu um contato profissional importante a que não teria acesso antes?
Quanto tempo vai durar o Twitter eu não ouso dizer. Nem ouso dizer que ele seja tão produtivo para os outros quanto é para mim. Isso é muito pessoal. Eu não uso o Orkut, por exemplo, embora tenha plena noção da importância e da imensidão de pontos de contato que ele oferece.
Talvez o comentário do Agnelli se referisse mais à experiência pessoal dele de uso e não ao meio em si. Pode ser, não seria a primeira vez que eu interpreto mal alguma opinião e nem será a última. Mas o fato é que o Twitter pode ser encarado como um espelho das buscas e dos interesses de cada usuário e, mesmo com um público que talvez ainda não seja tão significativo quando falamos de um país com quase duzentos milhões habitantes, é fonte de dados sobre tendências, comportamento online e interesses de uma parcela importante do público.
Improdutivo? Sorry, but I don't think so.
Direto na têmpora: Velouria - Pixies
Se o Agnelli quis dizer que o Twitter é contraproducente ou "time waster", eu posso até entender. Tem gente que usa mal qualquer ferramenta, desde o Youtube até o email e o Messenger, passando, por que não, pelo Twitter. Nem por isso sou eu quem vai dizer que o email ou o Youtube são improdutivos.
O fato é que o Twitter tem uma característica maravilhosa que é dar-se à utilidade que o seu dono escolhe. Se você só segue baladeiros e perfis de clubes e boates, seu Twitter terá uma função. Se você segue personalidades globais e perfis de fofocas, a função é outra. E se você segue profissionais que são referência em sua área de atuação ou perfis de notícias sobre o tema, a função é ainda outra.
Para a minha sorte, a TOM não apenas reconhece a importância do Twitter, como o utiliza muito bem para divulgar novas campanhas e o blog da agência. Mesmo sem acesso a números, arrisco a dizer que o Twitter é uma das maiores fontes de entrada no Tom Procê, mostrando-se uma ferramenta altamente produtiva no auxílio à formação da imagem da empresa.
O Twitter é uma rede social que tem um forte aspecto de rede de informação. Se o tema é cultura eu tenho acesso a Tom Waits (@tomwaits), Neil Gaiman (@neilhimself) e Vernon Reid (@vurnt22), por exemplo. Se o tema é esporte, recebo notícias via ESPN (@espn), Bill Simmons (@sportsguy33) e Boston Globe (@GlobeCeltics), entre outros.
Até aí, tudo bem, pode-se argumentar que isso não faz diretamente parte do meu trabalho, apesar de ser importante para a minha formação como indivíduo. Acontece que quando lidamos com comunicação, buscamos justamente pessoas que ofereçam um conteúdo diverso, atual e relevante para os mais diversos temas.
Mas se formos entrar na área profissional, aí é que o Twitter fica melhor ainda. Profissionalmente, recebo referências de campanhas, matérias relevantes, opiniões, insights e fico sabendo em tempo real o que se passa pela cabeça de figuras como Seth Godin (@thisissethsblog), Sandra Charan (@bubblychampers), Richard MacManus (@rww), Michel Lent (@lent), Suzana Apelbaum (@SuApelbaum), Ken Fujioka (@kenfujioka), Marcello Serpa (@Marcello_Serpa) e outros grandes profissionais do mercado.
Isso, para mim, é altamente produtivo. Antes do Twitter, estas informações, quando disponíveis, precisavam ser garimpadas na net com mais tempo perdido e resultados questionáveis.
Não estou dizendo aqui que o Twitter seja a ferramenta do futuro, nem que ele seja perfeito ou que não possa ser mal usado. O que eu estou dizendo é que o Twitter é hoje uma ferramenta importante em certas estratégias de comunicação e que oferece boas possibilidades para quem sabe usar. Quem nunca seguiu um evento bacana graças a uma hashtag no Twitter? Quem nunca planejou uma promoção na ferramenta de microblogging? Quem nunca conseguiu um contato profissional importante a que não teria acesso antes?
Quanto tempo vai durar o Twitter eu não ouso dizer. Nem ouso dizer que ele seja tão produtivo para os outros quanto é para mim. Isso é muito pessoal. Eu não uso o Orkut, por exemplo, embora tenha plena noção da importância e da imensidão de pontos de contato que ele oferece.
Talvez o comentário do Agnelli se referisse mais à experiência pessoal dele de uso e não ao meio em si. Pode ser, não seria a primeira vez que eu interpreto mal alguma opinião e nem será a última. Mas o fato é que o Twitter pode ser encarado como um espelho das buscas e dos interesses de cada usuário e, mesmo com um público que talvez ainda não seja tão significativo quando falamos de um país com quase duzentos milhões habitantes, é fonte de dados sobre tendências, comportamento online e interesses de uma parcela importante do público.
Improdutivo? Sorry, but I don't think so.
Direto na têmpora: Velouria - Pixies
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quarta-feira, outubro 21, 2009
No supermercado
Os caras do Improv Everywhere se superaram outra vez. Depois do bom e velho Food Court Musical, eles agora mandaram muito bem no Grocery Store Musical. Confere aí. É bem divertido.
Direto na têmpora: Remedy - The Black Crowes
Direto na têmpora: Remedy - The Black Crowes
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sexta-feira, outubro 09, 2009
Geração TV
Se você ama tv, filmes e séries como eu, vai ser impossível não pirar com este vídeo. Bom feriado, amiguinhos.
Direto na têmpora: Porto Solidão - Jessé
Direto na têmpora: Porto Solidão - Jessé
quinta-feira, outubro 01, 2009
Complexo de Jô
Hoje eu comentei no twitter sobre o Complexo de Jô, em que não importa qual seja o convidado, a entrevista é sempre sobre o apresentador.
Pois bem, o Complexo de Jô chegou nas redes sociais e parece que não vai sair tão cedo. Na verdade este é um efeito colateral do meio, que amplifica a voz de todos, mas principalmente daqueles que adoram ouvir a própria voz.
Eu não posso negar que seja um caso de Complexo de Jô, mas procuro sempre falar de outras coisas, repassar opiniões alheias, matérias interessantes que nada tenham a ver comigo. Não sei se consigo sempre, mas tento.
Acho que quando as pessoas reclamam desse grande palco de autoassunto que podem ser as redes sociais, não perceberam que eles não criam personalidades. Podem até revelar o que estava escondido (ou enrustido), mas não transformam água em vinho.
E pra falar a verdade, se estamos na era da afinidade, é dizendo o que gostamos e ouvindo do que os outros gostam que vamos criando relações e ampliando horizontes e conexões.
Resumindo, tá tudo certo. Mas que o Jô é chato, é.
Direto na têmpora: Walkin' On The Sun - Smash Mouth
Pois bem, o Complexo de Jô chegou nas redes sociais e parece que não vai sair tão cedo. Na verdade este é um efeito colateral do meio, que amplifica a voz de todos, mas principalmente daqueles que adoram ouvir a própria voz.
Eu não posso negar que seja um caso de Complexo de Jô, mas procuro sempre falar de outras coisas, repassar opiniões alheias, matérias interessantes que nada tenham a ver comigo. Não sei se consigo sempre, mas tento.
Acho que quando as pessoas reclamam desse grande palco de autoassunto que podem ser as redes sociais, não perceberam que eles não criam personalidades. Podem até revelar o que estava escondido (ou enrustido), mas não transformam água em vinho.
E pra falar a verdade, se estamos na era da afinidade, é dizendo o que gostamos e ouvindo do que os outros gostam que vamos criando relações e ampliando horizontes e conexões.
Resumindo, tá tudo certo. Mas que o Jô é chato, é.
Direto na têmpora: Walkin' On The Sun - Smash Mouth
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terça-feira, setembro 29, 2009
WTF!?
Para quem não sabe, WTF é a sigla que representa, principalmente na web, a expressão "What the fuck". A sigla é usada para expressar choque, surpresa ou incredulidade diante de fotos, sites, comentários, vídeos, histórias, enfim, qualquer coisa que demande uma boa dose de "putaqueopariu" pela sua absurdância. Em bom português, a tradução seria algo próximo de "Que porra é essa?".
Enquanto isso, em Wisconsin, o órgão responsável pelo turismo do estado mudou seu nome de Wisconsin Tourism Federation (WTF) para Tourism Federation of Wisconsin (TFW). O motivo? Não há mais separação entre o mundo virtual e o real.
As pessoas buscavam o turismo em Wisconsin, encontravam WTF e as pessoas que buscavam situações WTF chegavam ao turismo de Wisconsin. O resultado é um campo aberto para hackers, pranksters, um número ilimitado de chacotas e brincadeiras que acabavam por afetar, na prática, as pretensões e a reputação da instituição de Wisconsin.
O que as pessoas consideram "virtual" é a cada dia mais real e impacta mais verdadeiramente o nosso cotidiano. Não somos usuários da internet, somos pessoas em cujas vidas a internet tem um papel tão prático e verificavelmente importante quanto uma calçada ou via de trânsito.
Incrivelmente bom para algumas coisas e terrivelmente ruim para outras, mas acredite, essa distância entre os dois mundos é cada vez mais a exceção. Embora nada substitua o contato físico, a troca de olhares, o contato real com um produto, existe uma extensão para estes sentidos e que está aí para ser explorada.
Explorar ou não é decisão de cada um. Para mim, a internet exponencializa o alcance de nossas opiniões, as conexões de nossas afinidades, as fronteiras do nosso conhecimento e as possibilidades da nossa criatividade. É real como um braço de cadeira ou um copo de café.
Essa é a minha opinião. Qual é a sua?
Direto na têmpora: Butterfly Nets - Bishop Allen
Enquanto isso, em Wisconsin, o órgão responsável pelo turismo do estado mudou seu nome de Wisconsin Tourism Federation (WTF) para Tourism Federation of Wisconsin (TFW). O motivo? Não há mais separação entre o mundo virtual e o real.
As pessoas buscavam o turismo em Wisconsin, encontravam WTF e as pessoas que buscavam situações WTF chegavam ao turismo de Wisconsin. O resultado é um campo aberto para hackers, pranksters, um número ilimitado de chacotas e brincadeiras que acabavam por afetar, na prática, as pretensões e a reputação da instituição de Wisconsin.
O que as pessoas consideram "virtual" é a cada dia mais real e impacta mais verdadeiramente o nosso cotidiano. Não somos usuários da internet, somos pessoas em cujas vidas a internet tem um papel tão prático e verificavelmente importante quanto uma calçada ou via de trânsito.
Incrivelmente bom para algumas coisas e terrivelmente ruim para outras, mas acredite, essa distância entre os dois mundos é cada vez mais a exceção. Embora nada substitua o contato físico, a troca de olhares, o contato real com um produto, existe uma extensão para estes sentidos e que está aí para ser explorada.
Explorar ou não é decisão de cada um. Para mim, a internet exponencializa o alcance de nossas opiniões, as conexões de nossas afinidades, as fronteiras do nosso conhecimento e as possibilidades da nossa criatividade. É real como um braço de cadeira ou um copo de café.
Essa é a minha opinião. Qual é a sua?
Direto na têmpora: Butterfly Nets - Bishop Allen
terça-feira, setembro 15, 2009
Espera
Eu prefiro sempre a gratificação imediata a outro tipo de recompensa, mesmo que melhor, se eu tiver que esperar. Eu não tenho paciência para colher frutos a médio e longo prazo. Resumindo, eu sou um velho resmungão incrivelmente infantilizado.
E se meu modo de agir fosse comparado ao de uma das crianças do (maravilhoso) vídeo abaixo, seria exatamente igual ao da ruivinha que aparece no final.
Direto na têmpora: Gold Soundz - Pavement
E se meu modo de agir fosse comparado ao de uma das crianças do (maravilhoso) vídeo abaixo, seria exatamente igual ao da ruivinha que aparece no final.
Oh, The Temptation from Steve V on Vimeo.
Direto na têmpora: Gold Soundz - Pavement
quarta-feira, setembro 09, 2009
Muppets + Beatles = yoooohoooooo
O meu amigo Ivan Curi deu a dica e eu compartilho com vocês este maravilhoso vídeo dos Muppets cantando Blackbird, minha canção favorita dos Beatles.
Direto na têmpora: Falling down in anger - Carsickness
Direto na têmpora: Falling down in anger - Carsickness
quarta-feira, agosto 26, 2009
O lado escuro das princesas Disney
O artista Jeffrey Thomas transforma o sonho de toda menina em verdadeiros pesadelos. E fica duca.

Ariel não é mais uma sereia boazinha.

Acredite, não existem tantas maravilhas no país da Alice.

Mulan deixa o dragãozinho no chinelo.

Parece que a maçã deixou efeitos colaterais.
Direto na têmpora: Charlie Brown - Voodoo Glow Skulls

Ariel não é mais uma sereia boazinha.

Acredite, não existem tantas maravilhas no país da Alice.

Mulan deixa o dragãozinho no chinelo.

Parece que a maçã deixou efeitos colaterais.
Direto na têmpora: Charlie Brown - Voodoo Glow Skulls
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segunda-feira, agosto 17, 2009
3 frames
Amiguinhos, por motivos de foro íntimo/técnico/profissional, ficarei afastado do Pastelzinho por uma semana. Ou seja, post novo só na terça que vem.
Até lá, fiquem com essa dica do @marcus_barao, o site threeframes, que pega 3 frames de cenas de filmes com resultados simplesmente geniais.

Sloth e o Gordo em ação.
Direto na têmpora: Do what you do - Noah and the whale
Até lá, fiquem com essa dica do @marcus_barao, o site threeframes, que pega 3 frames de cenas de filmes com resultados simplesmente geniais.

Sloth e o Gordo em ação.
Direto na têmpora: Do what you do - Noah and the whale
sexta-feira, agosto 14, 2009
Decisões drásticas
Quando você não entende como atravessar um obstáculo, faça como eu e como o rapaz do vídeo. Não pense em nada e vá sem medo.
Direto na têmpora: Every day is sunday - Slackers
Direto na têmpora: Every day is sunday - Slackers
terça-feira, agosto 11, 2009
Vinição, o retrô
Hoje eu tive uma experiência meio surreal ao encontrar um propect que me disse não acreditar que alguém realmente leia as notícias pela internet. Fiquei com a clara impressão de ter encontrado alguém cuja mente parou no século XII.
Nada contra ler jornais. Eu, por minha opção de ficar offline nos fins de semana, sempre leio, mas daí a achar que a internet é coisa de meninada maluquinha que não liga pro mundo é meio neanderthal demais pra mim. Principalmente quando o assunto é a comunicação de um empresa.
Daí que me lembrei do bom Vinicius de Moraes. Lendo as obras completas do poetinha fiquei sabendo que ele não só fazia crítica de cinema, como era um defensor do cinema mudo. Você consegue imaginar algo mais surreal do que Vinicius de Moraes, um cara tido como vanguarda defendendo o cinema mudo?
Não sei se Vinicius mudou de opinião depois (ainda estou lendo essa parte do livro), mas uma coisa eu garanto, daqui a 5 anos a opinião desse "cliente" vai ser muito diferente do que é hoje, provavelmente com um leve toque de arrependimento.
Direto na têmpora: Say please - Monsters of Folk
Nada contra ler jornais. Eu, por minha opção de ficar offline nos fins de semana, sempre leio, mas daí a achar que a internet é coisa de meninada maluquinha que não liga pro mundo é meio neanderthal demais pra mim. Principalmente quando o assunto é a comunicação de um empresa.
Daí que me lembrei do bom Vinicius de Moraes. Lendo as obras completas do poetinha fiquei sabendo que ele não só fazia crítica de cinema, como era um defensor do cinema mudo. Você consegue imaginar algo mais surreal do que Vinicius de Moraes, um cara tido como vanguarda defendendo o cinema mudo?
Não sei se Vinicius mudou de opinião depois (ainda estou lendo essa parte do livro), mas uma coisa eu garanto, daqui a 5 anos a opinião desse "cliente" vai ser muito diferente do que é hoje, provavelmente com um leve toque de arrependimento.
Direto na têmpora: Say please - Monsters of Folk
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sexta-feira, julho 24, 2009
Rave wedding
Ok, essa é a única maneira de me convencerem a deixar que a Sophia se case antes dos 42 anos. Mesmo assim, a música tem que ser "Papa's got a brand new bag" e eu entro dançando na frente.
É um pouco mais animado que a Marcha Nupcial, né?
PS - Eu coloquei esse filme no twitter ontem, mas se você ainda não viu, vale a pena mesmo.
Direto na têmpora: Solid Gone - Madness
É um pouco mais animado que a Marcha Nupcial, né?
PS - Eu coloquei esse filme no twitter ontem, mas se você ainda não viu, vale a pena mesmo.
Direto na têmpora: Solid Gone - Madness
quinta-feira, julho 23, 2009
Cuti-cuti ti toisinha maizilinda, zenti
Ok, eu sou fã de cães. Ok, eu curto lobos (vide minha paixão por Mogli e O Livro das Selvas). Ok, esse vídeo é a coisinha mais fofa.
Vou comprar um filhotinho de lobo pra Sophia e pronto.
Direto na têmpora: Such Great Heights - The Postal Service
Vou comprar um filhotinho de lobo pra Sophia e pronto.
Direto na têmpora: Such Great Heights - The Postal Service
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