Amiguinhos, trago más (ou boas) notícias: o Facebook não representa a verdade absoluta. É um nicho, um espaço de opinião importante, mas também um lugar para muita gente que replica textos ou conteúdos sem que isso reflita suas atitudes ou visões de mundo.
E para fazer isso de uma maneira apartidária e não ideológica, vou citar dois exemplos em lados opostos do campo político: Marcio Lacerda e Dilma.
Nos meses antes da eleição, ninguém foi tão repudiado no Facebook quanto Marcio Lacerda. Um fato que parece ter representado pouco quando o prefeito foi reeleito com relativa tranquilidade no primeiro turno.
Atualmente, minha timeline parece uma sessão de descarrego contra a Dilma. Ainda assim, a última pesquisa dá números recordes de aprovação popular com 78% de "curtir" para seu desempenho pessoal e 62% para o de seu governo.
O que isso quer dizer? Que existe outro mundo fora do Facebook e que pode ser muito bom olhar pra ele antes de se convencer de tantas verdades postadas ali diariamente.
Nenhuma novidade, eu sei, mas é sempre bom lembrar.
Direto na têmpora: When I'm with you - Best Coast
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sexta-feira, dezembro 14, 2012
terça-feira, janeiro 03, 2012
Os jovens velhos
Eu invejo os da geração de hoje por serem nativos digitais. Acho que eles têm uma oportunidade de ouro para transformar os meios digitais enquanto consumidores e atores na circulação das mensagens.
Por isso talvez eu me assuste tanto quand me deparo com jovens velhos, gente de 20 anos ou menos que quer ditar regras para tudo. Perfil de twitter de carro só pode falar sobre carro, Facebook de shopping só pode falar sobre compras e promoções, blog de agência de publicidade tem que ser um portifólio online.
Esse raciocínio tolo deve significar que se você está namorando só pode falar de amor com ela. Se está na pelada com os amigos, não pode falar de política, só de futebol.
Quanto mais eu trabalho em comunicação, mais eu acredito que as relações das pessoas com as marcas se dão além dos produtos e serviços em si (e graças a Deus a agência em que eu trabalho pensa assim também). Infelizmente algumas pessoas pensam como se pensava há 50 anos e jogam fora a oportunidade de inovar, de viver seu tempo com o que ele tem de bom.
Pobres coitados. Tão jovens e já tão velhos.
Direto na têmpora: Eyelids - Fridge
Por isso talvez eu me assuste tanto quand me deparo com jovens velhos, gente de 20 anos ou menos que quer ditar regras para tudo. Perfil de twitter de carro só pode falar sobre carro, Facebook de shopping só pode falar sobre compras e promoções, blog de agência de publicidade tem que ser um portifólio online.
Esse raciocínio tolo deve significar que se você está namorando só pode falar de amor com ela. Se está na pelada com os amigos, não pode falar de política, só de futebol.
Quanto mais eu trabalho em comunicação, mais eu acredito que as relações das pessoas com as marcas se dão além dos produtos e serviços em si (e graças a Deus a agência em que eu trabalho pensa assim também). Infelizmente algumas pessoas pensam como se pensava há 50 anos e jogam fora a oportunidade de inovar, de viver seu tempo com o que ele tem de bom.
Pobres coitados. Tão jovens e já tão velhos.
Direto na têmpora: Eyelids - Fridge
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segunda-feira, novembro 28, 2011
Cagador de Regra em Redes Sociais
A profissão de Cagador de Regra em Redes Sociais está em alta. São centenas de milhares de especialistas dissecando a situation e criando normas fundamentais.
Por exemplo, já ficou definido que Facebook não é lugar para falar de futebol, política ou sexo e que Twitter não é lugar para falar sobre o clima. Também já está mais provado que alguns assuntos em TT (insira aqui o seu) são a conclusão definitiva de que o Brasil não vai para frente.
O problema é que o conteúdo a que você tem acesso nas redes sociais é escolha sua e, muito mais fácil do que querer fazer com que todos concordem com você, é simplesmente escolher seguir quem é relevante para seus objetivos.
Tá certo, cagar regra é bom e todo mundo tem direito à sua opinião, mas não fique achando que o FB ou o Twitter vão mudar por causa das suas preferências. Pare de seguir algumas pessoas, reduza o número de amigos e crie um ambiente mais saudável e agradável para você mesmo.
Ou não. Afinal, se a sua onda é cagar regra, vai nessa! E se eu achar que isso é um problema, basta que eu pare de seguir você.
Direto na têmpora: Rock Island Line - Mano Negra
Por exemplo, já ficou definido que Facebook não é lugar para falar de futebol, política ou sexo e que Twitter não é lugar para falar sobre o clima. Também já está mais provado que alguns assuntos em TT (insira aqui o seu) são a conclusão definitiva de que o Brasil não vai para frente.
O problema é que o conteúdo a que você tem acesso nas redes sociais é escolha sua e, muito mais fácil do que querer fazer com que todos concordem com você, é simplesmente escolher seguir quem é relevante para seus objetivos.
Tá certo, cagar regra é bom e todo mundo tem direito à sua opinião, mas não fique achando que o FB ou o Twitter vão mudar por causa das suas preferências. Pare de seguir algumas pessoas, reduza o número de amigos e crie um ambiente mais saudável e agradável para você mesmo.
Ou não. Afinal, se a sua onda é cagar regra, vai nessa! E se eu achar que isso é um problema, basta que eu pare de seguir você.
Direto na têmpora: Rock Island Line - Mano Negra
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terça-feira, julho 26, 2011
Identidade e emprego
O porteiro do seu prédio, o motorista do ônibus que você pega todo dia, a moça da padaria, gente que tem roupa, hora e lugar pra existir.
Depois, somem da sua vida e vão para as deles, fantasmas de existências paralelas que ignoramos quando fogem da nossa vista.
E isso, extrapolo eu, são os amigos que você aceita no Facebook e que só existem ali, quando estão online, para depois desaparecer em algum PC ignorado em algum lugar distante demais.
Direto na têmpora: Guaranteed - Eddie Vedder
Depois, somem da sua vida e vão para as deles, fantasmas de existências paralelas que ignoramos quando fogem da nossa vista.
E isso, extrapolo eu, são os amigos que você aceita no Facebook e que só existem ali, quando estão online, para depois desaparecer em algum PC ignorado em algum lugar distante demais.
Direto na têmpora: Guaranteed - Eddie Vedder
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sexta-feira, julho 01, 2011
A greve e o twitter
A NBA está de greve. Ruim para os fãs, ruim para a Liga e, provavelmente, ruim para os donos e jogadores.
A única coisa boa é rir do ridículo que a situação gera. Por exemplo, o jornalista Ric Bucher acaba de twittar o seguinte:
"NBA GMs/coaches can still follow their players on Twitter during lockout. But a mention or re-tweet? $1 million fine + maybe loss of picks."
Se você não fala inglês, o textinho singelo diz que técnicos e General Managers dos times podem seguir os jogadores no Twitter, mas se retuitarem algo de autoria ou mencionarem os jogadores, podem levar multa de um milhão de dólares e ainda perder seu direito a escolha no draft.
Lógico que isso gerou piadas como: "se um técnico quiser cutucar um jogador no FB ele pode?". Mas a coisa é mais séria.
A situação, que realmente parece ridícula, mostra que as redes sociais já não são coisinha de meninada como muitos pensam, mas um meio de comunicação e interação que precisa ser levado em conta em qualquer processo coletivo, seja ele institucional, organizacional ou mercadológico.
E não dá mais pra fugir disso.
Direto na têmpora: Balloons - Foals
A única coisa boa é rir do ridículo que a situação gera. Por exemplo, o jornalista Ric Bucher acaba de twittar o seguinte:
"NBA GMs/coaches can still follow their players on Twitter during lockout. But a mention or re-tweet? $1 million fine + maybe loss of picks."
Se você não fala inglês, o textinho singelo diz que técnicos e General Managers dos times podem seguir os jogadores no Twitter, mas se retuitarem algo de autoria ou mencionarem os jogadores, podem levar multa de um milhão de dólares e ainda perder seu direito a escolha no draft.
Lógico que isso gerou piadas como: "se um técnico quiser cutucar um jogador no FB ele pode?". Mas a coisa é mais séria.
A situação, que realmente parece ridícula, mostra que as redes sociais já não são coisinha de meninada como muitos pensam, mas um meio de comunicação e interação que precisa ser levado em conta em qualquer processo coletivo, seja ele institucional, organizacional ou mercadológico.
E não dá mais pra fugir disso.
Direto na têmpora: Balloons - Foals
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segunda-feira, junho 06, 2011
Followers and friends
O que faz você seguir alguém que não conhece no Twitter? O que leva alguém perfeitamente reservado e sensato escolher uma pessoa que nunca viu para iniciar uma amizade no Facebook? Que assuntos fidelizam você a um blog? Que afinidades aproximam você de uma página da web?
Agimos por impulso na internet. Mostramos ali as coisas que realmente nos iteressam, mesmo que elas não estejam presentes em nossos discursos ou na persona que construímos e ostentamos diariamente.
É muito esclarecedor conhecer alguém através das referências que ele nos passa quando está sendo realmente ele mesmo. Aliás, vale como reflexão sobre nós mesmos, como uma ferramentazinha de auto-conhecimento, se preferirem.
E ainda assim, muitas empresas (e agências) insistem em menosprezar todo o retorno que vem através de buzz e de tendências que surgem nestes ambientes. Definir uma estratégia para eles, então? Impensável.
Acho que falta pra esses caras a compreensão de que seguidores e amigos podem virar, quando tratados com respeito e criatividade, consumidores e embaixadores da marca.
Direto na têmpora: The holiday song - The Pixies
Agimos por impulso na internet. Mostramos ali as coisas que realmente nos iteressam, mesmo que elas não estejam presentes em nossos discursos ou na persona que construímos e ostentamos diariamente.
É muito esclarecedor conhecer alguém através das referências que ele nos passa quando está sendo realmente ele mesmo. Aliás, vale como reflexão sobre nós mesmos, como uma ferramentazinha de auto-conhecimento, se preferirem.
E ainda assim, muitas empresas (e agências) insistem em menosprezar todo o retorno que vem através de buzz e de tendências que surgem nestes ambientes. Definir uma estratégia para eles, então? Impensável.
Acho que falta pra esses caras a compreensão de que seguidores e amigos podem virar, quando tratados com respeito e criatividade, consumidores e embaixadores da marca.
Direto na têmpora: The holiday song - The Pixies
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quarta-feira, março 30, 2011
As revoluções e o sofá
Ninguém defende e respeita tanto as redes sociais como instrumento de transformação das relações quanto eu. Falo sobre isso, discuto sobre isso, tento sempre trabalhar com isso.
Mas tem um outro lado que me incomoda e que acontece cada vez mais: o ativismo de sofá.
Gente que adere a causas, assina listas virtuais de protesto, utiliza tags contra isso ou aquilo, mas não move um músculo além disso. O posicionamento político, moral e social está no copiar e colar, no movimento do mouse, no botão de curtir, mas falta o outro lado.
Entendam, eu não tenho nada contra este tipo de iniciativa digital de combate ou apoio a o que quer que seja, desde que não achemos que isso basta. Não dá pra manter todos os hábitos, confortos e rotinas e clamar por mudança em um post.
Também não tenho nada contra quem quer distância de qualquer tipo de questionamento, que não se importa com o rumo das coisas, mas assume essa postura e lida com as consequências como quem está diante de uma fatalidade. É direito de cada um seguir o rumo que lhe impõem e se contentar com isso.
O que não dá é pra continuar votando sem se envolver no debate político e achar que vai mudar o Brasil porque repassou um email. Aí é inocência pra lá da borda.
É preciso mais. Muito mais. E enquanto não tomarmos consciência disso, continuaremos ditadores e revoltosos apenas em nossas próprias e confortáveis cadeiras. E o Bolsonaro e o Tiririca irão continuar sendo eleitos.
Direto na têmpora: Pearl necklace - ZZ Top
Mas tem um outro lado que me incomoda e que acontece cada vez mais: o ativismo de sofá.
Gente que adere a causas, assina listas virtuais de protesto, utiliza tags contra isso ou aquilo, mas não move um músculo além disso. O posicionamento político, moral e social está no copiar e colar, no movimento do mouse, no botão de curtir, mas falta o outro lado.
Entendam, eu não tenho nada contra este tipo de iniciativa digital de combate ou apoio a o que quer que seja, desde que não achemos que isso basta. Não dá pra manter todos os hábitos, confortos e rotinas e clamar por mudança em um post.
Também não tenho nada contra quem quer distância de qualquer tipo de questionamento, que não se importa com o rumo das coisas, mas assume essa postura e lida com as consequências como quem está diante de uma fatalidade. É direito de cada um seguir o rumo que lhe impõem e se contentar com isso.
O que não dá é pra continuar votando sem se envolver no debate político e achar que vai mudar o Brasil porque repassou um email. Aí é inocência pra lá da borda.
É preciso mais. Muito mais. E enquanto não tomarmos consciência disso, continuaremos ditadores e revoltosos apenas em nossas próprias e confortáveis cadeiras. E o Bolsonaro e o Tiririca irão continuar sendo eleitos.
Direto na têmpora: Pearl necklace - ZZ Top
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quarta-feira, fevereiro 23, 2011
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Nas sociais
Para quem já entendeu que é impossível pensar a comunicação sem pensar mídias sociais, aprenda que não adianta se apegar apenas à ferramenta.
Optar pelo monólogo nas mídias sociais é tão tolo e tão perigoso quanto ignorar as mídias sociais.
Tentar ser o que todos querem e esquecer quem você é, qual é o seu core business, qual a personalidade do seu produto é tão tolo quanto anunciar em todos os horários de todos os canais de tv.
Querer estar nas mídias sociais sem querer brigar, sem querer pedir desculpas, sem querer aproveitar o feedback para alterar os rumos da sua comunicação (não a sua essência) é tão inútil quanto ter um SAC que nunca atende o cliente.
Ainda vejo empresas entendendo que atuar nas mídias sociais é como veicular um anúncio.
Ainda vejo profissionais de comunicação se apegando ao jeito antigo de fazer as coisas e tentando simplesmente aplicar velhas fórmulas a um novo sistema.
Ainda vejo gente com saudade das charretes tentando usar cenoura e alfafa para fazer os carros andarem.
Direto na têmpora: So bored - Wavves
Optar pelo monólogo nas mídias sociais é tão tolo e tão perigoso quanto ignorar as mídias sociais.
Tentar ser o que todos querem e esquecer quem você é, qual é o seu core business, qual a personalidade do seu produto é tão tolo quanto anunciar em todos os horários de todos os canais de tv.
Querer estar nas mídias sociais sem querer brigar, sem querer pedir desculpas, sem querer aproveitar o feedback para alterar os rumos da sua comunicação (não a sua essência) é tão inútil quanto ter um SAC que nunca atende o cliente.
Ainda vejo empresas entendendo que atuar nas mídias sociais é como veicular um anúncio.
Ainda vejo profissionais de comunicação se apegando ao jeito antigo de fazer as coisas e tentando simplesmente aplicar velhas fórmulas a um novo sistema.
Ainda vejo gente com saudade das charretes tentando usar cenoura e alfafa para fazer os carros andarem.
Direto na têmpora: So bored - Wavves
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segunda-feira, janeiro 31, 2011
Certo ou errado
A Brastemp acaba de enfrentar uma situação complicada. Um de seus clientes reclamou de um defeito que não foi resolvido e, após uma série de problemas no atendimento, partiu para o ataque com este vídeo aqui e algumas observações no Twitter.
A Brastemp não só resolveu o problema, como pediu desculpas ao cliente e anunciou mudanças no seu formato de atendimento.
Corta para Belo Horizonte há alguns anos. Um dos clientes de uma empresa local reclamou de um problema, levou dedo na cara, e não recebeu solução para a questão mesmo tendo razão.
Também partiu para o ataque usando as mídias sociais, mas foi processado e, há pouco tempo, teve que pagar indenização à empresa.
Sei disso porque recebi uma carta ameaçadora sobre uma mênção que fiz aqui no Pastelzinho sobre o caso, sem qualquer julgamento sobre os erros cometidos ou não, e tive que retirar o post do ar.
À primeira vista, pode parecer que a Brastemp perdeu e que a outra empresa ganhou. Engana-se quem pensa assim.
A Brastemp assumiu erros, compensou o prejudicado e mostrou-se uma empresa flexível e atenta aos interesses dos consumidores.
A empresinha daqui mostrou-se arrogante, indiferente e deixou claro que não se importa em reconhecer seus erros, mas apenas em manter as aparências.
No meu ponto de vista, a Brastemp perdeu uma batalha, mas seguiu em frente com dignidade. A outra, venceu a batalha, mas não vale dois centavos sequer.
Direto na têmpora: What you know - Two Door Cinema Club
A Brastemp não só resolveu o problema, como pediu desculpas ao cliente e anunciou mudanças no seu formato de atendimento.
Corta para Belo Horizonte há alguns anos. Um dos clientes de uma empresa local reclamou de um problema, levou dedo na cara, e não recebeu solução para a questão mesmo tendo razão.
Também partiu para o ataque usando as mídias sociais, mas foi processado e, há pouco tempo, teve que pagar indenização à empresa.
Sei disso porque recebi uma carta ameaçadora sobre uma mênção que fiz aqui no Pastelzinho sobre o caso, sem qualquer julgamento sobre os erros cometidos ou não, e tive que retirar o post do ar.
À primeira vista, pode parecer que a Brastemp perdeu e que a outra empresa ganhou. Engana-se quem pensa assim.
A Brastemp assumiu erros, compensou o prejudicado e mostrou-se uma empresa flexível e atenta aos interesses dos consumidores.
A empresinha daqui mostrou-se arrogante, indiferente e deixou claro que não se importa em reconhecer seus erros, mas apenas em manter as aparências.
No meu ponto de vista, a Brastemp perdeu uma batalha, mas seguiu em frente com dignidade. A outra, venceu a batalha, mas não vale dois centavos sequer.
Direto na têmpora: What you know - Two Door Cinema Club
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sexta-feira, novembro 05, 2010
Argumento
Faltando menos de uma semana para as eleições recebi um email de um amigo (junto com uma lista enorme de pessoas) em que ele se referia a um instituto de pesquisa que daria empate técnico com Serra ligeiramente à frente.
Achei aquilo estranho, afinal, naquele mesmo dia todos os instituso apontavam uma vitória de Dilma por 10 ou 12 pontos. Vi que o email citava a pesquisa como registrada no TRE e, por falta de detalhes, fui conferir no TRE-MG.
Na verdade, meu objetivo era verificar a veracidade da notícia e ter informações para depois fazer minhas considerações sobre a competência de um instituto que apontava um resultado tão distante do que se configurava e acabou se concretizando como resultado do pleito.
Entrei no TRE-MG e vi que não havia registro. Respondi então ao email do meu amigo dizendo que a pesquisa não estava registrada no TRE-MG e perguntando se não seria no TSE ou outro regional. A réplica do moço foi de "vai tomar no cu" pra baixo.
Não sei se ele repassou a notícia sabendo que era mentira, se achou que o meu questionamento estaria ligado a alguma posição política ou se ele simplesmente não gosta de pensar.
Só sei que essa tem sido uma postura muito comum em quem defende algum tipo de administração. Sabe uma coisa meio "Brasil, ame-o ou deixe-o"? Pois é.
Hoje mesmo recebi um twitter do perfil @TudoporBH que reforça essa postura. Quando se deparam com alguma crítica à administração, não respondem com alguma solução ou admissão de culpa, mas apenas com argumentos como "é maravilhoso servir à nossa capital" e outras baboseiras do gênero.
É impressionante que ainda existam pessoas assim, incapazes de entender que o questionamento e a crítica não significam ódio ou vontade de destruir algo. Às vezes o que se quer com isso é justamente melhorar as coisas ou conhecer o que há por trás do boato.
E assim, vamos fugindo ao debate e nos recolhendo às nossas pequenas e inquestionáveis verdadezinhas pessoais.
Direto na têmpora: She makes me - Queen
Achei aquilo estranho, afinal, naquele mesmo dia todos os instituso apontavam uma vitória de Dilma por 10 ou 12 pontos. Vi que o email citava a pesquisa como registrada no TRE e, por falta de detalhes, fui conferir no TRE-MG.
Na verdade, meu objetivo era verificar a veracidade da notícia e ter informações para depois fazer minhas considerações sobre a competência de um instituto que apontava um resultado tão distante do que se configurava e acabou se concretizando como resultado do pleito.
Entrei no TRE-MG e vi que não havia registro. Respondi então ao email do meu amigo dizendo que a pesquisa não estava registrada no TRE-MG e perguntando se não seria no TSE ou outro regional. A réplica do moço foi de "vai tomar no cu" pra baixo.
Não sei se ele repassou a notícia sabendo que era mentira, se achou que o meu questionamento estaria ligado a alguma posição política ou se ele simplesmente não gosta de pensar.
Só sei que essa tem sido uma postura muito comum em quem defende algum tipo de administração. Sabe uma coisa meio "Brasil, ame-o ou deixe-o"? Pois é.
Hoje mesmo recebi um twitter do perfil @TudoporBH que reforça essa postura. Quando se deparam com alguma crítica à administração, não respondem com alguma solução ou admissão de culpa, mas apenas com argumentos como "é maravilhoso servir à nossa capital" e outras baboseiras do gênero.
É impressionante que ainda existam pessoas assim, incapazes de entender que o questionamento e a crítica não significam ódio ou vontade de destruir algo. Às vezes o que se quer com isso é justamente melhorar as coisas ou conhecer o que há por trás do boato.
E assim, vamos fugindo ao debate e nos recolhendo às nossas pequenas e inquestionáveis verdadezinhas pessoais.
Direto na têmpora: She makes me - Queen
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segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Ruim de cama
Eu não acredito que alguém seja ruim de cama. Eu acredito que você e outra pessoa não combinem na cama.
O fato da sua parceira chamar você pelo nome de um falecido tio-avô Belmiro, se vestir de fiscal da BHTrans e recitar letras do Nickelback durante a transa não significa que ela seja detestável na arte do amor. Significa apenas que ela não é a companheira certa para você.
Ampliando o raciocínio, é possível ainda que você só não ache isso tudo excitante porque nunca experimentou e que, após duas ou três tentativas extenuantes, não consiga mais sentir prazer sem esse formato erótico tão original.
Na minha opinião, as redes sociais seguem o mesmo princípio. Você pode curtir uma que fala o tempo todo e que faz tudo rapidinho como o Twitter, uma modernete e com jeito de gringa como o Facebook, uma profissional como o LinkedIn ou aquela que faz de tudo, com todo mundo e que tem a maior fama de bagaceira como o Orkut. Você pode inclusive achar que isso dá trabalho demais e preferir o celibato. Sem problemas.
O lance é que não há uma rede social ruim. O que existe é a rede social que serve melhor para os propósitos da sua empresa. É importante observar, conhecer e, quem sabe, até experimentar antes de decidir. O que não rola é descartar o programa só porque ela é mal falada.
E fica a dica: misturar mais de um estilo também pode trazer resultados interessantes para tirar as marcas de uma certa monotonia e evitar a rotina.
Direto na têmpora: Amused to death - Roger Waters
O fato da sua parceira chamar você pelo nome de um falecido tio-avô Belmiro, se vestir de fiscal da BHTrans e recitar letras do Nickelback durante a transa não significa que ela seja detestável na arte do amor. Significa apenas que ela não é a companheira certa para você.
Ampliando o raciocínio, é possível ainda que você só não ache isso tudo excitante porque nunca experimentou e que, após duas ou três tentativas extenuantes, não consiga mais sentir prazer sem esse formato erótico tão original.
Na minha opinião, as redes sociais seguem o mesmo princípio. Você pode curtir uma que fala o tempo todo e que faz tudo rapidinho como o Twitter, uma modernete e com jeito de gringa como o Facebook, uma profissional como o LinkedIn ou aquela que faz de tudo, com todo mundo e que tem a maior fama de bagaceira como o Orkut. Você pode inclusive achar que isso dá trabalho demais e preferir o celibato. Sem problemas.
O lance é que não há uma rede social ruim. O que existe é a rede social que serve melhor para os propósitos da sua empresa. É importante observar, conhecer e, quem sabe, até experimentar antes de decidir. O que não rola é descartar o programa só porque ela é mal falada.
E fica a dica: misturar mais de um estilo também pode trazer resultados interessantes para tirar as marcas de uma certa monotonia e evitar a rotina.
Direto na têmpora: Amused to death - Roger Waters
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sexta-feira, janeiro 22, 2010
Ainda sobre o Twitter
Outro dia o Jarbas Agnelli disse, no Twitter, que achava o Twitter algo improdutivo. Deixando de lado todo o meu respeito pelo profissional que é Jarbas Agnelli, eu discordo dele monstruosamente (e tenho a impressão de que o Obama também).
Se o Agnelli quis dizer que o Twitter é contraproducente ou "time waster", eu posso até entender. Tem gente que usa mal qualquer ferramenta, desde o Youtube até o email e o Messenger, passando, por que não, pelo Twitter. Nem por isso sou eu quem vai dizer que o email ou o Youtube são improdutivos.
O fato é que o Twitter tem uma característica maravilhosa que é dar-se à utilidade que o seu dono escolhe. Se você só segue baladeiros e perfis de clubes e boates, seu Twitter terá uma função. Se você segue personalidades globais e perfis de fofocas, a função é outra. E se você segue profissionais que são referência em sua área de atuação ou perfis de notícias sobre o tema, a função é ainda outra.
Para a minha sorte, a TOM não apenas reconhece a importância do Twitter, como o utiliza muito bem para divulgar novas campanhas e o blog da agência. Mesmo sem acesso a números, arrisco a dizer que o Twitter é uma das maiores fontes de entrada no Tom Procê, mostrando-se uma ferramenta altamente produtiva no auxílio à formação da imagem da empresa.
O Twitter é uma rede social que tem um forte aspecto de rede de informação. Se o tema é cultura eu tenho acesso a Tom Waits (@tomwaits), Neil Gaiman (@neilhimself) e Vernon Reid (@vurnt22), por exemplo. Se o tema é esporte, recebo notícias via ESPN (@espn), Bill Simmons (@sportsguy33) e Boston Globe (@GlobeCeltics), entre outros.
Até aí, tudo bem, pode-se argumentar que isso não faz diretamente parte do meu trabalho, apesar de ser importante para a minha formação como indivíduo. Acontece que quando lidamos com comunicação, buscamos justamente pessoas que ofereçam um conteúdo diverso, atual e relevante para os mais diversos temas.
Mas se formos entrar na área profissional, aí é que o Twitter fica melhor ainda. Profissionalmente, recebo referências de campanhas, matérias relevantes, opiniões, insights e fico sabendo em tempo real o que se passa pela cabeça de figuras como Seth Godin (@thisissethsblog), Sandra Charan (@bubblychampers), Richard MacManus (@rww), Michel Lent (@lent), Suzana Apelbaum (@SuApelbaum), Ken Fujioka (@kenfujioka), Marcello Serpa (@Marcello_Serpa) e outros grandes profissionais do mercado.
Isso, para mim, é altamente produtivo. Antes do Twitter, estas informações, quando disponíveis, precisavam ser garimpadas na net com mais tempo perdido e resultados questionáveis.
Não estou dizendo aqui que o Twitter seja a ferramenta do futuro, nem que ele seja perfeito ou que não possa ser mal usado. O que eu estou dizendo é que o Twitter é hoje uma ferramenta importante em certas estratégias de comunicação e que oferece boas possibilidades para quem sabe usar. Quem nunca seguiu um evento bacana graças a uma hashtag no Twitter? Quem nunca planejou uma promoção na ferramenta de microblogging? Quem nunca conseguiu um contato profissional importante a que não teria acesso antes?
Quanto tempo vai durar o Twitter eu não ouso dizer. Nem ouso dizer que ele seja tão produtivo para os outros quanto é para mim. Isso é muito pessoal. Eu não uso o Orkut, por exemplo, embora tenha plena noção da importância e da imensidão de pontos de contato que ele oferece.
Talvez o comentário do Agnelli se referisse mais à experiência pessoal dele de uso e não ao meio em si. Pode ser, não seria a primeira vez que eu interpreto mal alguma opinião e nem será a última. Mas o fato é que o Twitter pode ser encarado como um espelho das buscas e dos interesses de cada usuário e, mesmo com um público que talvez ainda não seja tão significativo quando falamos de um país com quase duzentos milhões habitantes, é fonte de dados sobre tendências, comportamento online e interesses de uma parcela importante do público.
Improdutivo? Sorry, but I don't think so.
Direto na têmpora: Velouria - Pixies
Se o Agnelli quis dizer que o Twitter é contraproducente ou "time waster", eu posso até entender. Tem gente que usa mal qualquer ferramenta, desde o Youtube até o email e o Messenger, passando, por que não, pelo Twitter. Nem por isso sou eu quem vai dizer que o email ou o Youtube são improdutivos.
O fato é que o Twitter tem uma característica maravilhosa que é dar-se à utilidade que o seu dono escolhe. Se você só segue baladeiros e perfis de clubes e boates, seu Twitter terá uma função. Se você segue personalidades globais e perfis de fofocas, a função é outra. E se você segue profissionais que são referência em sua área de atuação ou perfis de notícias sobre o tema, a função é ainda outra.
Para a minha sorte, a TOM não apenas reconhece a importância do Twitter, como o utiliza muito bem para divulgar novas campanhas e o blog da agência. Mesmo sem acesso a números, arrisco a dizer que o Twitter é uma das maiores fontes de entrada no Tom Procê, mostrando-se uma ferramenta altamente produtiva no auxílio à formação da imagem da empresa.
O Twitter é uma rede social que tem um forte aspecto de rede de informação. Se o tema é cultura eu tenho acesso a Tom Waits (@tomwaits), Neil Gaiman (@neilhimself) e Vernon Reid (@vurnt22), por exemplo. Se o tema é esporte, recebo notícias via ESPN (@espn), Bill Simmons (@sportsguy33) e Boston Globe (@GlobeCeltics), entre outros.
Até aí, tudo bem, pode-se argumentar que isso não faz diretamente parte do meu trabalho, apesar de ser importante para a minha formação como indivíduo. Acontece que quando lidamos com comunicação, buscamos justamente pessoas que ofereçam um conteúdo diverso, atual e relevante para os mais diversos temas.
Mas se formos entrar na área profissional, aí é que o Twitter fica melhor ainda. Profissionalmente, recebo referências de campanhas, matérias relevantes, opiniões, insights e fico sabendo em tempo real o que se passa pela cabeça de figuras como Seth Godin (@thisissethsblog), Sandra Charan (@bubblychampers), Richard MacManus (@rww), Michel Lent (@lent), Suzana Apelbaum (@SuApelbaum), Ken Fujioka (@kenfujioka), Marcello Serpa (@Marcello_Serpa) e outros grandes profissionais do mercado.
Isso, para mim, é altamente produtivo. Antes do Twitter, estas informações, quando disponíveis, precisavam ser garimpadas na net com mais tempo perdido e resultados questionáveis.
Não estou dizendo aqui que o Twitter seja a ferramenta do futuro, nem que ele seja perfeito ou que não possa ser mal usado. O que eu estou dizendo é que o Twitter é hoje uma ferramenta importante em certas estratégias de comunicação e que oferece boas possibilidades para quem sabe usar. Quem nunca seguiu um evento bacana graças a uma hashtag no Twitter? Quem nunca planejou uma promoção na ferramenta de microblogging? Quem nunca conseguiu um contato profissional importante a que não teria acesso antes?
Quanto tempo vai durar o Twitter eu não ouso dizer. Nem ouso dizer que ele seja tão produtivo para os outros quanto é para mim. Isso é muito pessoal. Eu não uso o Orkut, por exemplo, embora tenha plena noção da importância e da imensidão de pontos de contato que ele oferece.
Talvez o comentário do Agnelli se referisse mais à experiência pessoal dele de uso e não ao meio em si. Pode ser, não seria a primeira vez que eu interpreto mal alguma opinião e nem será a última. Mas o fato é que o Twitter pode ser encarado como um espelho das buscas e dos interesses de cada usuário e, mesmo com um público que talvez ainda não seja tão significativo quando falamos de um país com quase duzentos milhões habitantes, é fonte de dados sobre tendências, comportamento online e interesses de uma parcela importante do público.
Improdutivo? Sorry, but I don't think so.
Direto na têmpora: Velouria - Pixies
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quinta-feira, outubro 01, 2009
Complexo de Jô
Hoje eu comentei no twitter sobre o Complexo de Jô, em que não importa qual seja o convidado, a entrevista é sempre sobre o apresentador.
Pois bem, o Complexo de Jô chegou nas redes sociais e parece que não vai sair tão cedo. Na verdade este é um efeito colateral do meio, que amplifica a voz de todos, mas principalmente daqueles que adoram ouvir a própria voz.
Eu não posso negar que seja um caso de Complexo de Jô, mas procuro sempre falar de outras coisas, repassar opiniões alheias, matérias interessantes que nada tenham a ver comigo. Não sei se consigo sempre, mas tento.
Acho que quando as pessoas reclamam desse grande palco de autoassunto que podem ser as redes sociais, não perceberam que eles não criam personalidades. Podem até revelar o que estava escondido (ou enrustido), mas não transformam água em vinho.
E pra falar a verdade, se estamos na era da afinidade, é dizendo o que gostamos e ouvindo do que os outros gostam que vamos criando relações e ampliando horizontes e conexões.
Resumindo, tá tudo certo. Mas que o Jô é chato, é.
Direto na têmpora: Walkin' On The Sun - Smash Mouth
Pois bem, o Complexo de Jô chegou nas redes sociais e parece que não vai sair tão cedo. Na verdade este é um efeito colateral do meio, que amplifica a voz de todos, mas principalmente daqueles que adoram ouvir a própria voz.
Eu não posso negar que seja um caso de Complexo de Jô, mas procuro sempre falar de outras coisas, repassar opiniões alheias, matérias interessantes que nada tenham a ver comigo. Não sei se consigo sempre, mas tento.
Acho que quando as pessoas reclamam desse grande palco de autoassunto que podem ser as redes sociais, não perceberam que eles não criam personalidades. Podem até revelar o que estava escondido (ou enrustido), mas não transformam água em vinho.
E pra falar a verdade, se estamos na era da afinidade, é dizendo o que gostamos e ouvindo do que os outros gostam que vamos criando relações e ampliando horizontes e conexões.
Resumindo, tá tudo certo. Mas que o Jô é chato, é.
Direto na têmpora: Walkin' On The Sun - Smash Mouth
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quarta-feira, setembro 09, 2009
7 pontos sobre redes sociais e algo mais
1) Boa parte dos usuários ainda não entendeu que tudo o que você escreve no Twitter, todo mundo pode ler. Sim, mesmo que você coloque cadeadinho.
2) Sempre que eu vejo um perfil com aquela foto no estilo risada-louca-em-uma-balada-super-legal-jogando-os-cabelos-ao-vento eu acho que a pessoa dorme no máximo 2 horas por dia e sai pra dançar / beber de segunda a segunda.
3) Toda rede social é estúpida se você não está nela.
4) Qualquer pessoa com mais de 25 anos fazendo hang loose nas fotos do perfil me dá a impressão de ser portador de algum tipo de problema no desenvolvimento mental ou emocional.
5) Pior do que uma empresa sem presença nas redes sociais é uma empresa com presença equivocada nas redes sociais.
6) Blogs não são necessariamente mais confiáveis ou livres de interferência do que jornais. Depende dos blogs e depende dos jornais.
7) A internet e o "mundo real" não são coisas inteiramente separadas. Se você é um imbecil nas ruas, dificilmente vai ser visto como um gênio fora delas.
Direto na têmpora: Your beauty is a knife I turn on my throat - Eagle Seagull
2) Sempre que eu vejo um perfil com aquela foto no estilo risada-louca-em-uma-balada-super-legal-jogando-os-cabelos-ao-vento eu acho que a pessoa dorme no máximo 2 horas por dia e sai pra dançar / beber de segunda a segunda.
3) Toda rede social é estúpida se você não está nela.
4) Qualquer pessoa com mais de 25 anos fazendo hang loose nas fotos do perfil me dá a impressão de ser portador de algum tipo de problema no desenvolvimento mental ou emocional.
5) Pior do que uma empresa sem presença nas redes sociais é uma empresa com presença equivocada nas redes sociais.
6) Blogs não são necessariamente mais confiáveis ou livres de interferência do que jornais. Depende dos blogs e depende dos jornais.
7) A internet e o "mundo real" não são coisas inteiramente separadas. Se você é um imbecil nas ruas, dificilmente vai ser visto como um gênio fora delas.
Direto na têmpora: Your beauty is a knife I turn on my throat - Eagle Seagull
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