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terça-feira, novembro 16, 2010

Poemete para os casais

E viver consiste, enfim,

Em cuidar segundo a segundo

E amar para que a morna rotina

Não leve você de mim




Direto na têmpora: Minha mãe me disse - Catapulta

quarta-feira, abril 28, 2010

Pequenos amargores

Eu e Fernanda casamos na igreja e fizemos festa todos bonitinhos. Ajudei a escolher música, decoração, buffet e tudo mais.

Na hora de definir as músicas de entrada, só fiz uma exigência: queria entrar com o Coro dos Peregrinos, de Wagner.

A festa foi maravilhosa, fiquei emocionado a ponto de não sentir os braços quando Fernanda surgiu de noiva. Mas, confesso, até hoje tenho um pequeno amargor.

É que, acreditem ou não, o coral chegou atrasado para a minha entrada. E ainda me dói um pouquinho ter entrado ao som do Coro dos Peregrinos só com os instrumentos.

Enfim, frescuras de um velho resmungão.




Direto na têmpora: Teardrops - The XX

sexta-feira, outubro 16, 2009

A bela e o brownie

Marcelinho Miranda, o mago que produz os brownies mais perfeitos do planeta, vai se casar amanhã.

Já dei o presente, mas não fiz o cartão. Prometi entregar amanhã, mas vou fazer melhor (ou pior, sei lá), vou deixar minha mensagem para ele e para a sua Luciana aqui.

Gosto demais mesmo do Marcelinho, demais e de graça. E fico felicíssimo que ele resolva se casar.

Aliás, o ato do casamento para mim é sempre bacana. A decisão de juntar a sua vida a outra, desde que seja embuída do desejo verdadeiro de que dure para sempre, nunca cessa de me emocionar.

Obviamente não é o ato do casamento civil ou religioso que me comove (embora eu goste muito da cerimônia), mas a intenção que faz duas pessoas resolverem que são definitivamente melhores e mais felizes juntas.

O Marcelinho e a Luciana decidiram isso. Chegaram à conclusão de que dois é um número muito maior do que a soma das unidades. E quem sou eu para não me emocionar, ficar feliz e torcer muito para que dê certo?

Felicidades para os dois e vai aí o clipe de Monster Love, do Goldfrapp, para vocês entrarem no clima para a festa de amanhã. Parabéns!







Direto na têmpora: You'll never walk alone - Johnny Cash

sexta-feira, julho 24, 2009

Rave wedding

Ok, essa é a única maneira de me convencerem a deixar que a Sophia se case antes dos 42 anos. Mesmo assim, a música tem que ser "Papa's got a brand new bag" e eu entro dançando na frente.



É um pouco mais animado que a Marcha Nupcial, né?


PS - Eu coloquei esse filme no twitter ontem, mas se você ainda não viu, vale a pena mesmo.




Direto na têmpora: Solid Gone - Madness

quinta-feira, outubro 25, 2007

Encalhe em dose máxima

As cenas que vocês verão a seguir são chocantes, mas reais. Ocorridas no casamento de um amigo (e de uma amiga), as fotos mostram o grau de desespero a que chegam mulheres solteiras com mais de 30 anos. Notem que, no embate entre Coréia e Suécia, a agilidade venceu a força.


Musculatura contraída, olhares fixos, o sorriso mal disfarça a ansiedade.





O bouquet é coreano, mas os suecos não desistem facilmente.





A agilidade coreana bate a força sueca. É tombo, meu nêgo.




Direto na têmpora: Stable song – Death Cab for Cutie

quinta-feira, setembro 06, 2007

Só pra começar

Faz poucos dias que completei cinco anos de casado e até aqui tudo vai muito bem, graças a Deus e à Fernanda. E olha que a festa de casamento prenunciava outra coisa, viu?

Já ao chegar no lugar da recepção, Roque vem ao meu encontro. Roque é um garçom que conheci por volta de 88 e que exclamou todo satisfeito ao me ver: “Maurilo, que beleza trabalhar no seu casamento! Vou ficar por sua conta a noite toda.” Naquele exato momento fui atingido pela sensação de que a noite não acabaria bem.

Os convidados chegavam e o Roque enchendo meu copo, as fotos sendo tiradas e o Roque enchendo meus copos, o jazz rolando solto e o Roque enchendo meu copo, jantar, bolo e doces e o Roque enchendo meu copo. Até que chegou um momento em que resolvi dar um basta naquilo (justamente quando abrimos o Dimple 15 anos para a diretoria).

O resultado é que, além de passar a noite de núpcias em branco, acordei com o velho gosto de corrimão de zona na boca e com a nítida sensação de que havia um ninho de guaxinins em meu estômago. Vestimo-nos apressados e em poucos minutos já estávamos no carro do meu sogro rumo ao aeroporto.

Segurei-me durante todo o trajeto, mas chegando no estacionamento da Pampulha não me contive: “Severiano, eu fico por aqui. Pode estacionar o carro sem pressa.” Corri rumo ao banheiro e ali despejei a esbórnia da noite anterior em jatos e jatos.

Com a calça toda respingada, o fígado em frangalhos e a consciência pesando toneladas, parti rumo à lua-de-mel. Fernanda com um olhar que misturava pena, ódio e arrependimento segurava minha mão. E desde aquele momento, para a minha inacreditável sorte, nunca mais largou.




Direto na têmpora: Every you every me - Placebo