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quinta-feira, abril 12, 2012

A gente se encontra

A gente se encontra na internet. É impossível calcular o número de amigos com os quais retomei contato e pessoas novas que passei a conhecer e admirar por causa da internet.

Você que não nasceu analógico como eu, não sabe a diferença que isso faz. Não sabe o que é falarolhando nos olhos e instantaneamente ao invés de mandar uma carta e não sabe o que é encontrar alguém que, sem a internet, teria 99,99999% de chances de nunca fazer parte da sua caminhada.

Tudo isso para dizer que Rudolf Reimerink buscou por "Musetti" no Google e chegou ao Pastelzinho. Ele se apresentou como amigo de infância do meu pai e dos meus tios e desde então retomou contato com eles e passou a me conhecer também.

Pois outro dia contei no Pastelzinho como me lembrava com saudades do Sujismundo e como o apresentei para a minha Sophia, que simplesmente adorou. É aí que volta à cena o Rudolf Reimerink, amigo do meu pai. Alguém que, sem nunca ter conhecido pessoalmente eu ou Sophia, resolver nos presentear gcom uma ilustração do Sujismundo original e assinada pelo seu criador Ruy Perotti.

Uma relíquia de 1973 que deixa uma alegria enorme de saber que a internet significa muita coisa, mas que ela vale a pena mesmo quando é amplificador do que a gente tem de bom.

Muito obrigado, Rudolf. Eu, Fernanda e Sophia adoramos.






Direto na têmpora: Myriad harbour - The New Pornographers

segunda-feira, outubro 31, 2011

Quando éramos um

E então éramos um. Apenas um, com defeitos e qualidades conhecidos; limites, medos e certezas bem definidos; espaços demarcados; vida que seguia em um monólogo confortável.

De repente, do nada, veio o desejo de sermos dois e quem sabe três, quatro ou cinco depois. Uma operação antimatemática em que a soma das partes resulta magicamente em outro número um. Uma unidade. Somos nós, plural, mas somos singular, o casal.

Cabe a nós descobrir a receita inexata, falível e jamais repetida que faz um relacionamento funcionar. Nos vemos cercados de medidas delicadas para combinar ingredientes que nem sempre se misturam.

Erramos torcendo para que a fórmula não desande, para que não tenha sobrado maturidade ou faltado flexibilidade. Arriscamos, refazemos, tentamos, jogamos tudo para o alto e deixamos somente a bagunça do que restou e não fundiu, não criou, não germinou diante de nós.

Somos falhos. Talvez não tenhamos mesmo nascido para sermos este um que engloba dois, três ou cinco. Talvez sejamos feitos para seguir sós, comodamente únicos, inflexíveis, bem adaptados.

Mas eis que em meio à terra onde já não se vislumbra o fruto, ergue-se o gesto, descobre-se um sentido e pode ser que baste apenas uma palavra para que algo brote novamente. Uma vontade, um compromisso, um desejo que resolvemos por algum acordo imemorial chamar de amor.

Atentos! A colheita não é certa e o trabalho irá de novo nos fechar os olhos e castigar os sentidos.

Atentos, firmes, juntos. E novos. Imaculados. Límpidos e claros como deve ser um recomeço. Porque se não vale a pena tentar de novo por amor, mesmo que doa cada fibra do corpo e trema cada brilho da alma, nada mais há de valer alguma coisa.

E que lugar terrível seria um mundo assim para viver.



Para meus queridos amigos, muitas bênçãos, muita força, muito carinho e tudo o que possamos oferecer a vocês dois, a vocês quatro, a vocês UM.




Direto na têmpora: Use it - The New Pornographers

segunda-feira, julho 11, 2011

Menos um grande

Jackson Drummond Zuim morreu no último sábado, foi cremado ontem e eu só soube hoje. Não pude me despedir do cara que, se não era um amigo próximo, foi fundamental em minha carreira.

Zuim era talentoso, engraçado, generoso e marcou uma época da publicidade em Minas Gerais.

Conheci seus casos antes de conhecê-lo e, mesmo com pouco tempo de contato, recebi dele uma ajuda para mudar de emprego. Quando cheguei na nova agência, passei três meses com salários atrasados, uma estrutura péssima e liguei de novo pra ele e sua voz de baixo profundo.

- Porra, Zuim, esse lugar é uma zona, os caras não pagam, assim não dá.

- Ô, Barão
(Barão era como Zuim chamava todo mundo), cê tá insatisfeito?

- Tô, Zuim, aqui é muito ruim.

- Então peraí.


E em menos de dois dias eu estava saindo daquele lugar para um emprego novo e muito melhor onde fiquei mais de dois anos.

Agora, foi-se embora o Zuim. A última vez que o encontrei foi em 2008 e escrevi isso aqui.

Hoje, não tenho a dizer além de um muito obrigado e vai com Deus a um dos grandes redatores que Minas já teve.




Direto na têmpora: One fine day - Cracker

quarta-feira, junho 01, 2011

O blog e seus presentes

Ter um blog é uma delícia de emprego. Emprego porque, no meu caso, assumi o compromisso de escrever alguma coisa todos os dias úteis. E uma delícia por causa de presentes como este que a Sandra Sakamoto, também conhecida nos comments como Sakana-san, me deu.

Na verdade o presente é pra Sophia, mas a história é muito legal. A Sandra é apaixonada por insetos e tem um amigo entomologista no Rio de Janeiro especialista em lepidópteras.

Pois bem, outro dia este amigo “salvou” uma lagarta de ser morta e cuidou dela assumindo a responsabilidade pela vida do animalzinho junto com com a Sandra.

A lagartinha virou uma mariposa e ganhou o nome de Sufia em homenagem à minha Sophia e seus casos que, segundo a Sandra, a "fazem crer na pureza do ser humano".

Hoje mostrei as fotos da mariposinha pra minha Sophia e ela ficou simplesmente apaixonada. Expliquei que a cor era assim pra ela se camuflar e a pequena ficou toda preocupada e com medo de que algum pássaro pudesse comer sua amiguinha. Chegou ao ponto de pedir pra ir visitar Sufia.

Provavelmente não iremos visitar Sufia no Rio de Janeiro, mas esse post é pra agradecer muito à Sandra e seu enorme carinho. Uma pessoa que nunca vi de perto, mas que já faz parte das nossas vidas lá em casa.

E pra encerrar, as fotos de Sufia "vestida" de lagarta e de mariposa.









Direto na têmpora: Tangerine Speedo - Caviar

segunda-feira, abril 11, 2011

Para um amigo

O problema não é, embora pareça, que tudo na vida tenha um fim.

A questão é que o fim nem sempre é direto, nem sempre é claro, nem sempre simplesmente acontece, mas tergiversa, machuca, se alonga, faz crescer começo e meio onde deveria haver apenas o basta.

O terminar assim dói mais, exige mais e demanda de nós mais do que podemos oferecer. O fim torna-se, assim, fim também de algo em nós mesmos. E ainda assim é preciso continuar.

Muita força, amigo.




Direto na têmpora: The only moment we were alone - Explosions In The Sky

quarta-feira, março 09, 2011

Fotos históricas

Mais uma foto da incrível série: Quando tínhamos pescoço. Ô saudade dos tempos da Fafich e dessa turma sumida.







Direto na têmpora: I Felt Stupid - The Drums

segunda-feira, janeiro 31, 2011

Leio porque gosto

A Cris Bartis veio me dar ideias de que eu deveria escrever um blog falando sobre os livros que eu leio. Confesso que gostei muito da possibilidade, mas mal comecei a pensar no assunto e já vi um monte de problemas.

Pra começar, não sou literato, não sou crítico, não sou intelectual. Leio porque gosto, mas não sei até que ponto minha opinião sobre livros interessaria a alguém de fora do círculo do Pastelzinho. Aí fico pensando se não seria o caso de fazer esses comentários na própria pastelaria e pronto.

Por outro lado, dificilmente um blog tem sucesso se não tiver um foco específico. Facilita a busca dos leitores, propicia o debate entre pessoas com interesses comuns, enfim, funciona melhor.

O problema desse cenário é que entre o trabalho na agência, os freelas, minha vida pessoal e o pastelzinho, arranjar mais tempo pra escrever outro blog é um desafio. Desafio mesmo, até porque não dá pra garantir periodicidade como eu faço nesse aqui.

Eu até tenho o domínio para um blog só com meus textos para crianças e adolescentes e não consigo colocar no ar, pô!

De qualquer forma, a Cris plantou a maldita semente na minha cabeça e eu ando pensando muito nisso. Vamos ver no que dá.




Direto na têmpora: Jeane if you're ever in Portland - Casiotone Fot The Painfully Alone

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Mucho thank you

Último dia de Pastelzinho antes do Natal. Queria agradecer a quem leu, indicou, participou, comentou ou simplesmente passou por aqui de vez em quando.

Agradecer a Sophia e Fernanda por mais motivos do que eu posso dizer. Agradecer à família e aos amigos por outros motivos tantos.

Agradecer pelo trabalho na TOM e por todos os parceiros, clientes e fornecedores bacanas com quem tive contato. Não dá pra citar nomes pelo medo de esquecer algum, mas esses caras sabem quem são.

Agradecer por ter sido um ano com mais conquistas do que perdas, agradecer ao Instituto Alfa e Beto e à Argvmentvm Editora por terem me dado a oportunidade de lançar meus três primeiros livros infantis (em 2011 vem mais, se Deus quiser).

Agradecer também às crianças da Escola Municipal de Educação Básica Vital Brasil, de São Bernardo do Campo, que junto com a Camila Asato usaram seu tempo para agradecer pelos livros Todas as Estrelas do Mundo que enviamos para lá (valeu, Argvmentvm).

No caso delas, como na maioria dos casos, as pessoas que me agradecem por algo são aquelas que merecem os maiores agradecimentos.

É isso. Um Feliz Natal e até dia 27.




Direto na têmpora: Move this - Technotronic

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Homenagem aos amigos, ao Clic, à turminha da Sophia

Eu sou um apaixonado pelo Clic. Se lá Sophia fez grandes amigos e está vivendo anos inesquecíveis da sua vida, eu também encontrei pessoas especiais e aprendi lições importantes como "não vale rir do amigo pelado", entre outras.

Compus essa música para homenagear o Clic, a meninada e todos os amigos que a gente faz para a vida toda. O Barral e a equipe da Neutra gravaram e fizeram o arranjo e eu só não sei quem foram a intérprete e a banda porque o velho Gérson ainda não me passou a ficha técnica

Espero que gostem.






Direto na têmpora: Book of stories - The Drums

segunda-feira, dezembro 06, 2010

O Mario é doido

Muito difícil iniciar uma conversa sobre o Mario d'Alcântara sem que alguma das partes, em algum momento, declare: "o Mario é doido".

Essa frase pode trazer em si admiração, desdém, inveja, alegria e outros sentimentos, todos com seu algo de verdade. O fato inconteste é que sim, o Mario é doido.

Não fosse doido, não teria inventado de trazer a Belo Horizonte Alex West da Mother e Matt Smith da The Viral Factory mesmo sabendo que o publicitário mineiro infelizmente não costuma valorizar este tipo de iniciativa.

Não fosse doido, não teria repetido a dose e trazido Paula Rizzo, Caio Del Manto e Mario Castelar, além de profissionais bem bacanas de BH em um evento raro que não mereceu a atenção devida.

Não fosse doido, não falaria trezentas mil línguas e nem brigaria com você de manhã de forma quase violenta só para mostrar todo sorridente, poucas horas depois, seu novo livro sobre a arte em azulejos da antiga Mesopotâmia ou coisa do gênero.

Não fosse doido, não trabalharia incansavelmente pelo seu projeto sensacional do Museu da Comunicação enquanto muitos viram as costas.

O Mario d'Alcântara é doido, isso ninguém discute. O que se discute é a falta que fazem mais doidos assim para o nosso mercado.




Direto na têmpora: C'mon - The Soft Pack

terça-feira, junho 08, 2010

Cavalão

Meu querido amigo PC me mandou um email que preciso reproduzir na íntegra de puro orgulho que fiquei. Ah, antes quevocê leia, Tomás é o peça rara neto do PC que brigou comigo porque eu falei que conhecia o pai dele, Diogo, desde que ele tinha cabelo.


"Tomás anda com um cavalo bravo pra danar. Desses de vassoura.

De repente, sai correndo pela casa, gritando:

- Calma, Maurilo. Devagar, Maurilo. Quieto, Maurilo.

Acho que ele deve ter se encontrado com você no Clic e ficou encantado. Acabou de dar meu cachecol pro Maurilo comer e vai levar ele pra dormir.

Puta homenagem, eu achei..."



É como dizia Manuel Bandeira em seu Rondó dos Cavalinhos: "Os cavalinhos correndo, e nós, cavalões, comendo..."

Ah, só pra fechar, acabei de vir de uma sequência de três livros bons que não chegam a ser excelentes (Anansi Boys - Neil Gaiman; O Caçador de Pipas - Khaled Hosseini e When the Game was Ours - Larry Bird, Earvin Johnson Jr. e Jackie MacMullan) e terminei de ler hoje O Melhor do Inferno, da minha amiga Christiane Tassis, que escreve bem pra caralho, com o perdão da poesia.

Agora vou me atracar com a obra completa de Conan Doyle no que toca a Sherlock Holmes e estou animadíssimo. Elementar, meu caro Watson.




Direto na têmpora: Pinch me - Barenaked Ladies

sexta-feira, maio 28, 2010

Textos que eu gostei de ter feito

As coisas da Gatos Pingados são muito fofas. A Mari Guedes, dona da Gatos Pingados, é um doce. E eu gostei tanto dos textos que escrevi pra lá que até resolvi colocar aqui.

É daquelas parcerias que a gente curte tanto que dá vontade de gritar: "Olha, mãe, fui eu que fiz".

Se você já leu os textos no site, tudo bem. Se não leu, é só clicar na imagem e dar uma olhada. Olha eles aí.




























Direto na têmpora: Bang Bang Bang Bang - Sohodolls

terça-feira, maio 11, 2010

A velhiante

Velhiante é uma combinação das palavras "velha" e "meliante". Pois ontem a pequena Gabi Alvarenga, redatora da Pro Brasil, teve contato com uma velhiante da pior espécie.

Estava a menina toda serelepe tomando café na lanchonete do Carrefour quando uma velhinha senta ao seu lado. Muito simpática, a doninha começa a elogiar o casaco rosa e o arquinho da Gabi.

- Onde você comprou esse arquinho? Que lindo! Os meus machucam tanto... o seu é confortável? Você lembra quanto ele custou? Nossa, ele é muito lindo.


De repente, a bondosa velhinha pede para ver o arquinho em suas mãos e, ato contínuo, coloca em sua cabeça para experimentar.

Logo depois o velhinho da velhinha chega, ela se levanta, toda simpática, dá os braços ao marido e diz em voz alta.

- Ô, meu bem, você viu que arquinho lindo esse que aquela menina me deu? Ai, ela é tão simpática... ficou bem em mim, não ficou, meu amor?

E vai-se embora a velhiante sorridente, deixando Gabi Alvarenga aparvalhada a terminar seu lanche.




Direto na têmpora: Dear Chicago - Ryan Adams

quinta-feira, abril 29, 2010

Percepção e realidade

Uma pessoa que trabalha em uma certa agência soltou um comentário no twitter. Uma reclamação sem nomes, sem detalhes, apenas uma frase.

Segundos depois, a mesma pessoa recebe seis comentários perguntando: é tal pessoa? E era. Os seis acertaram.

Se algum dia eu fizer no twitter algum comentário como "é um filho da puta", duvido que receberei seis comentários identificando o suposto fdp de maneira unânime e correta.

Podem achar que eu estou falando de um guardador de carro, de um cliente, de algum atendendente da telefonia celular, enfim, não basta a frase e o meu local de trabalho para saber de quem se trata.

No caso dessa outra pessoa (o alvo da frase, não o autor) o histórico não admite equívoco. Fulano trabalha em tal lugar, o filho da puta é ele.

Incrível como a fama, justificada ou não, precede alguns. Preconceito? Talvez, mas penso antes em prevenção. E nós, como podemos, nos precavemos.

Sei lá, achei meio triste isso.




Direto na têmpora: Who's Gonna Take The Weight – Gang Starr

terça-feira, abril 27, 2010

Gêmeos capilares

Ele, um profissional da Criação. Ela, da Interação.

Ele, Falcatrua. Ela, Compadre Washington.

Duas criaturas absolutamente diferentes, unidas por uma devastadora semelhança de penteados.

Eles são: os gêmeos capilares da Tom.








Direto na têmpora: Heartbeats - The Knife

terça-feira, abril 06, 2010

Cantores de agência

Meu vizinho de mesa é um grande diretor de arte, artista plástico e, infelizmente, um bosta de um cantor.

Além de cantar desafinadamente o dia inteiro ele volta e meia inventa letras do fundo de sua alma pútrida para renovar canções consagradas.

A última vítima foi Menina Veneno, do Ritchie. Nosso amigo cantou assim:

"Seus olhos vesgos no espelho
Viram para mim."

Elogiar os olhos vesgos da pretendida reduz em pelo menos 90% a sua chance de você pegar a moça. Se bem que, em defesa do meu vizinho, se você já começou chamando de menina veneno nunca teve muita chance mesmo.




Direto na têmpora: Barracuda - Heart

quinta-feira, março 18, 2010

Você conhece a cidade de Pedro Sales?

Logo depois de Astolfo Dutra, indo para Ubá, fica a pacata, porém progressista cidade de Pedro Sales.

Na Avenida Rubens Aguiar, a principal da cidade, concentram-se as atividades comerciais do município, incluindo a Barão Auto-Peças, especializada em escapamentos e o Bambito Lanches, famosos pela sua rosquinha.

A dois quarteirões da Rubens Aguiar, já praticamente fora da cidade, a Escola Municipal Ivan Pawlow forma os futuros pedrosalenses, quase todos eles nascidos na moderna Maternidade Flávia Rennó, registrados no tradicional Cartório Maurilo Andreas e tendo iniciado sua alfabetização na escolinha da Tia Cacate.

Depois da aula, os petizes sempre saboreiam os deliciosos chup-chups do GluGlu ou vão brincar na praça Rodrigo Silva, atrás da igreja de São Fresno.

Pedro Sales acaba de inaugurar também o seu primeiro edifício. Com quatro andares de puro estilo, o Ed. Luiz Otávio abriga em seu térreo um shopping que conta com lojas renomadas como a Patrícia Barbabela Modas, que veste as senhoras mais distintas do local e a Vina Piercing & Tattoo, onde a galera modernex se reúne.

Com tanta pujança comercial, a publicidade em Pedro Sales alça vôos cada vez mais altos, sempre capitaneada pela Rojão Pinturas, que leva propaganda de altíssimo nível aos muros da cidade.

Em Pedro Sales quem brilha também é Wandinho, o doidinho da praça, que passou sua infância no Orfanato Graziele de Paula e que hoje encanta a população cantando nos bares a troco de doses de cachaça ou soltando a voz no carro de som.

E assim cresce Pedro Sales, com os olhos no futuro e com muita gente boa dando uma força por trás.




Direto na têmpora: The lines are cut - The Coast

sexta-feira, março 12, 2010

Cantagalo

Trabalhei com Marcos Pina na SMPB em 91. Ele era office-boy e tinha o apelido de Pinóquio. Eu fiz um estágio de 3 meses com grandes feras da propaganda, incluindo Geraldo Leite, Lôro, Aderbal, Ricardo Carvalho, Roberto Boca e outros. Com o tempo eu fui virando redator e o Pina foi virando diretor de arte.

Pois um dia desses a Flavia Bueno, aqui da Tom, me apresentou um projeto social do Pina que é de encher os olhos, o Cantagalo Futebol Clube. Na verdade o projeto tem mais de dez anos, mas só agora fiquei conhecendo. A ideia é que seja, segundo o próprio site deles "uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que além de disputar campeonatos em Belo Horizonte, começa a desenvolver uma proposta socioesportiva fundamentada na transformação social de crianças e adolescentes, focando principalmente no direito ao esporte e ao lazer."

Por coincidência encontrei com o Pina hoje e me lembrei de comentar o projeto e colocar o link aqui para que vocês visitem o site do Cantagalo, conheçam o projeto e ajudem como puderem.

E pra dar uma força nem precisa gostar de futebol, só precisa mesmo acreditar em solidariedade.




Direto na têmpora:

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Só com o Deo

Deomar Geraldo é uma figura. Aliás, outro dia contei um caso dele aqui com o telemarketing ativo da Claro. Pois hoje teve mais uma historinha da criança.

Estava Deomar almoçando com o nosso amigo Lisandrinho no tradicional bar do Mané Doido, no Mercado Central, quando ao lado deles sentou um grupinho juvenil.

Entre as pessoas do grupinho, uma gatinha começa a olhar insistentemente para o Deo. Nosso amigo vai sentindo seu ego inflar e começa a ficar todo orgulhoso de seu poder de sedução quando a menina, cutucando as outras pessoas do grupo, aponta para o Deomar e pergunta:

- Aquele ali que é o Mané Doido?




Direto na têmpora:

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Telemarketing ativo, um pedacinho do inferno só pra você.

Meu grande amigo Deomar (@deooliveira) odeia telemarketing, o que faz dele uma pessoa absolutamente normal.

Pois outro dia o Deo recebeu uma ligação que transcorreu mais ou menos assim:


- Sr. Deomar, boa tarde. Aqui é Fulano de Tal, da Claro, o senhor é cliente Vivo correto?

- Sim.

- E o senhor ainda tem vínculo contratual com a Vivo?

- Tenho.

- E o senhor não estaria interessado em conhecer as condições que a Claro lhe oferece para trocar de operadora?

- Bom, na verdade para mudar de operadora eu teria interesse se fosse para ganhar um iPhone.

- Ah, é? Só que isso aqui não é Criança Esperança, não, falô!


E tum! Desliga o telefone na cara do Deo.

É sacanagem pra caralho e o Deomar já acionou a Claro para ferrar esse vagabundo, mas eu ri muito.




Direto na têmpora: Hurt - Johnny Cash