quarta-feira, abril 28, 2010

Pequenos amargores

Eu e Fernanda casamos na igreja e fizemos festa todos bonitinhos. Ajudei a escolher música, decoração, buffet e tudo mais.

Na hora de definir as músicas de entrada, só fiz uma exigência: queria entrar com o Coro dos Peregrinos, de Wagner.

A festa foi maravilhosa, fiquei emocionado a ponto de não sentir os braços quando Fernanda surgiu de noiva. Mas, confesso, até hoje tenho um pequeno amargor.

É que, acreditem ou não, o coral chegou atrasado para a minha entrada. E ainda me dói um pouquinho ter entrado ao som do Coro dos Peregrinos só com os instrumentos.

Enfim, frescuras de um velho resmungão.




Direto na têmpora: Teardrops - The XX

12 comentários:

Danuza Falabella disse...

entendo sua frustração. Realmente é foda a gente idealizar uma coisa, pagar por ela e não ter. dá um odinho mesmo.

redatozim disse...

E era um pessoal do Ars Nova, Danny, a chuva foi que arregaçou tudo.

Ju Soares disse...

Podia ser pior, Mau. Pense que devo casar por procuraçao. Ou seja, meus pais vao se casar por mim e pelo Andrea. Nem vou ter a satisfaçao de assinar o papelzinho! Festa? Quem sabe quando fizermos bodas de prata...nhééé...já tinha tudo planejado: musica, convidados, comida...resmunguemos. É direito adquirido. : ))

redatozim disse...

É, Ju, sua situação é bem pior... sorry.

PC disse...

Qual é, zim.
Pra que ficar guardando esta mágoa toda?
Vamos resolver isto de uma vez.
Dá o nome do empresário e do maestro e a gente moe eles de porrada.

redatozim disse...

Vingança não, PC, rancor sempre.

Ju Soares disse...

Ah! Vou tentar ajudar a diminuir a sua mágoa. Eu e James nem percebemos como foi a sua entrada...
Já fizemos essa confissao mas vale a pena recordar. Erramos a hora do casamento e quando chegamos na igreja já era. Deixa de lado esse rancor. A festa foi ótima! haha

redatozim disse...

hahahahah todo mundo atrasou por causa da chuva, Ju, até um padrinho rsrsrs

Jonga Olivieri disse...

É que nem ontem. Havia o que chamamos de "Encontrão dos ex-VS", quer dizer o pessoal que trabalhou na VS, aqui no Rio.
É bem verdade que a cada ano que passa vai menos gente.
Mas neste, cheguei no “Joaquina” na Cobal da Humaitá com um atraso (tático) de meia hora. Olhei em torno e ninguem. Absolutamente NINGUEM! Fiu dar uma volta e retornei ao local.
Esperei 15 minutos e pedi um jantar, um bom vinho, e pensei c'os meus botôes: "pelo menos vai ser prazeirozo. Pra mim!".
Quando pedi a conta e ia pagar, deu um probleminha no sistema e o Visa não entrava. Foi a sorte, apareceu o Felipe, um dos ex-VS. Um puta dum cara...
Começamos a converar, o vinho subiu. A Vi saiu do trabalho e foi me encontrar la´, conforme havíamos convidado. Depois ainda chegaram uns amigos do Felipão e se juntaram a nós.
E resolvemos fazer o acontecimento de vez em quando e convidar poucas pessoas. O “encontrão” vai virar “encontrinho”

Don Oliva (ainda de ressaca!)

redatozim disse...

É o errado que deu certo, Don Oliva. Alvíssaras.

Rubens disse...

O coral resolveu peregrinar por outras bandas justo na hora do casório. Pelo menos, pode-se dizer que se envolvem de fato com a obra.

redatozim disse...

eita, rubéola, é por aí