quarta-feira, dezembro 23, 2009

Freak Children - o bebê cheiroso

O cheiro do bebê


Um caso bem raro, como nunca se vê

Aconteceu em um quarto da maternidade

Com cheiro de ovo nasceu um bebê

E virou notícia por toda a cidade



Amoníaco, enxofre, rosas, lavanda

Terra molhada, fumaça e tinta

Do cheiro mais forte à fragrância mais branda

Perto da criança não há quem não sinta



A cada instante um aroma excepcional

Alguns deles tão bons que até davam fome

E o pobre bebê, em pleno Natal,

Foi comido na ceia ao cheirar panetone



PS curtíssimo: "fome" não rima com "panetone", mas vá lá.


PS curto: hoje é o último dia na agência em 2009, sendo assim, dia 4 eu volto. Claro que há possibildiade de posts esparsos, mas não conte com isso.


PS longo: durante algum tempo eu escrevi crônicas para duas revistas: a do Banco Mercantil do Brasil e a do Shopping Cidade.

No começo do ano, por questões de processos e métodos, decidi encerrar minha colaboração com a publicação do Mercantil e hoje recebi a triste notícia de que a Nube não mais será a responsável pela Felizcidade, do Shopping Cidade.

Não sei se a nova empresa irá me manter como cronista da Felizcidade e nem se há interesse do shopping nisso, mas coloco-me desde já à disposição para novas (ou velhas) publicações que necessitem de um colaborador.





Direto na têmpora: Hurricane Drunk - Florence and the Machine

6 comentários:

ndms disse...

Com ou sem revista, que você continue iluminado

redatozim disse...

Valeu, ndms.

Danny Falabella disse...

Eu vou esnobar os colegas leitores: li em primeira mão este post. Amei! Maurilo foi muito bacana poder trabalhar perto de vc e da galera da tom estes dias. Adorei apesar da correria. Um 2010 maravilhoso pra vc e sua família.

Volpi Pessoa disse...

gostei o menino morre no fim. isso uqe eh o mais legal. gostei da ideia dessas mortes inusitadas dessas freak childrens. continue matando as crianças.

redatozim disse...

Vc não volta dia 4, Danuza? Que pena...

redatozim disse...

ora, Volpi, seu sanguinário, agradeÇo o apoio.