Já assinei a revista Veja. Já assinei a revista Época. Já assinei a revista Isto É.
Já faz um tempo que não vejo mais motivos para assinar.
Não é nem porque eu tenha algo específico contra uma ou outra das supracitadas publicações, mas é que pra mim elas, como "entidade", representam a centralização da informação, a uniformização da opinião, além de um conteúdo que chega com uma semana de atraso.
Faz um bom tempo que existem canais confiáveis, mais isentos ou mais panfletários, na internet. Canais mais ágeis, mais abertos ao debate, mais claros em suas intenções, mais facilmente comparáveis aos que têm uma postura diversa.
Por isso, quando alguém de uma dessas revistas me liga oferecendo assinatura, tenho para com eles a mesma paciência que teria com um vendedor de enciclopédias. Ouço, sou solícito e até solidário por saber que a função deles já viveu dias melhores.
Demoro-me a dizer o "não" que já está na boca desde a identificação do profissional.
Não sei bem porquê. Talvez eu ache que eles não tenham ilusões quanto ao que vendem e precisem apenas ser ouvidos. Talvez eu queira prestar atenção no esforço empreendido para "empurrar" publicações que já foram tão desejadas.
Realmente não sei dizer.
Só sei dizer que se você trabalha no telemarketing de alguma revista semanal, pode ligar pra mim.
Eu não vou comprar, mas por Deus, eu irei te ouvir.
Direto na têmpora: Intuition - Feist
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quinta-feira, fevereiro 10, 2011
quinta-feira, junho 24, 2010
Estranhas Histórias na N Magazine
A N Magazine é das revistas mais legais do mercado nacional. Ela está na segunda edição, fala de artes, cultura e tem uma qualidade gráfica altíssima.
Pois a primeira edição, que você ainda encontra para comprar, traz "O Menino que Tirava Gatos do Nariz" e um texto bem bacana sobre o Estranhas Histórias.
Se eu fosse vocês eu comprava, primeiro porque a revista é duca, e segundo porque eu e o Rogério Fernandes estamos lá.

A capa.

O conteúdo.
Direto na têmpora: Fables - The Dodos
Pois a primeira edição, que você ainda encontra para comprar, traz "O Menino que Tirava Gatos do Nariz" e um texto bem bacana sobre o Estranhas Histórias.
Se eu fosse vocês eu comprava, primeiro porque a revista é duca, e segundo porque eu e o Rogério Fernandes estamos lá.
A capa.
O conteúdo.
Direto na têmpora: Fables - The Dodos
segunda-feira, março 02, 2009
Uma que não saiu
A revista encolheu, as coisas mudaram e a crônica acabou não saindo. Sendo assim, olha aí a página prontinha no pastelzinho. Não tenho o texto aqui comigo, ou seja, se quiser ler, clique na imagem e vai nessa.

Direto na têmpora: Ashes Of American Flags - Wilco

Direto na têmpora: Ashes Of American Flags - Wilco
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quarta-feira, novembro 05, 2008
Sebastião e Danilo oficial
Pois bem, agora é oficial. Acabo de comprar na banca a Revista Nova Escola e lá está meu conto ilustrado pelo Roger (Rogério Fernandes). Reproduzo aqui, mas é claro que aqueles que preferirem comprar serão muito bem vindos.

Direto na têmpora: Life is sweet -Natalie Merchant
Direto na têmpora: Life is sweet -Natalie Merchant
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sexta-feira, outubro 31, 2008
Danilo e Sebastião
Ok, eu ia guardar segredo até que pudessem comprar na banca, mas a Bebella já comentou que recebeu como assinante e o blog Prosa, Poesia e Quintais (descoberto pela Micho) já publicou.
Ou seja, conto pra vocês todos que eu e Roger estamos na revista Nova Escola desse mês com um conto meu ilustrado por ele. Assim que eu tiver o exemplar em mãos, escaneio e coloco aqui pra todos.
Torçam pra fazer sucesso.
Direto na têmpora: Come on! Let's boogey to the elf dance! - Sulfjan Stevens
Ou seja, conto pra vocês todos que eu e Roger estamos na revista Nova Escola desse mês com um conto meu ilustrado por ele. Assim que eu tiver o exemplar em mãos, escaneio e coloco aqui pra todos.
Torçam pra fazer sucesso.
Direto na têmpora: Come on! Let's boogey to the elf dance! - Sulfjan Stevens
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segunda-feira, julho 21, 2008
The things you do for money
Não saiu na revista, mas sai aqui no pastelzinho.
"O Maurizio estava todo animadão com o feriado. Iria para a praia com a família inteira, aproveitar o merecido descanso na beira da praia. Dias longos, noites tranqüilas, meninada se divertindo e, quem sabe, até um tempinho para namorar a patroa.
Passou a sexta-feira ansiosíssimo no trabalho e, fingindo um mal-estar, tentou sair 15 minutinhos mais cedo para ajudar na arrumação das malas em casa. Já na saída do estacionamento, caos. Trânsito parado, buzinas, gente desrespeitando faixas, pistas, motos, pedestres e o Maurizio lá, tentando sublimar aquela bagunça e pensar somente na praia, na água de coco, no camarãozinho frito oooohhhmmmmmm.
Quase duas horas depois, chegou em casa. O homem estava exaurido, mas ainda confiante na viagem do dia seguinte. Por duas vezes buscara forças no âmago do seu ser para não estrangular um motorista de táxi e em outra oportunidade puxara da ponta da língua a ofensa maldosa a alguma velhinha que dirigia desatenta.
Estava no lar, enfim. Aos poucos foi recuperando o humor e o ânimo, brincou com as crianças, escolheu os brinquedos, separou os calções de banho favoritos, óculos de sol, protetor e, subitamente, já era um outro homem.
O despertador tocou às 5 da manhã. Maurizio saltou da cama animado, colocou a bagagem no carro e empenhou-se a apressar a família o máximo que podia. Não queria perder um minuto de sol. Todos prontos? É hora de seguir viagem.
Saíram da garagem dobraram a esquerda e deram com um dos maiores engarrafamentos que a cidade já viu. Nada parecia se mover. Em um reflexo, tentou dar ré, mas já havia uma fila se formando atrás dele.
O sol brilhava forte quando, quatro horas depois, conseguiram chegar à rodovia igualmente engarrafada. Já era noite quando chegaram à praia. Na manhã seguinte, Maurizio ficou emburrado no apartamento, acompanhando o boletim do trânsito e as previsões para o tormento que seriam as estradas na volta do feriado.
Na terça-feira, já de volta ao escritório, encomendou bicicletas para a família inteira. E desmarcou a viagem do próximo feriado. Com tantos parques ali e todos da casa munidos de magrelas, trânsito nenhum ia acabar com o humor do Maurizio."
Direto na têmpora: Big Spender - Queen
"O Maurizio estava todo animadão com o feriado. Iria para a praia com a família inteira, aproveitar o merecido descanso na beira da praia. Dias longos, noites tranqüilas, meninada se divertindo e, quem sabe, até um tempinho para namorar a patroa.
Passou a sexta-feira ansiosíssimo no trabalho e, fingindo um mal-estar, tentou sair 15 minutinhos mais cedo para ajudar na arrumação das malas em casa. Já na saída do estacionamento, caos. Trânsito parado, buzinas, gente desrespeitando faixas, pistas, motos, pedestres e o Maurizio lá, tentando sublimar aquela bagunça e pensar somente na praia, na água de coco, no camarãozinho frito oooohhhmmmmmm.
Quase duas horas depois, chegou em casa. O homem estava exaurido, mas ainda confiante na viagem do dia seguinte. Por duas vezes buscara forças no âmago do seu ser para não estrangular um motorista de táxi e em outra oportunidade puxara da ponta da língua a ofensa maldosa a alguma velhinha que dirigia desatenta.
Estava no lar, enfim. Aos poucos foi recuperando o humor e o ânimo, brincou com as crianças, escolheu os brinquedos, separou os calções de banho favoritos, óculos de sol, protetor e, subitamente, já era um outro homem.
O despertador tocou às 5 da manhã. Maurizio saltou da cama animado, colocou a bagagem no carro e empenhou-se a apressar a família o máximo que podia. Não queria perder um minuto de sol. Todos prontos? É hora de seguir viagem.
Saíram da garagem dobraram a esquerda e deram com um dos maiores engarrafamentos que a cidade já viu. Nada parecia se mover. Em um reflexo, tentou dar ré, mas já havia uma fila se formando atrás dele.
O sol brilhava forte quando, quatro horas depois, conseguiram chegar à rodovia igualmente engarrafada. Já era noite quando chegaram à praia. Na manhã seguinte, Maurizio ficou emburrado no apartamento, acompanhando o boletim do trânsito e as previsões para o tormento que seriam as estradas na volta do feriado.
Na terça-feira, já de volta ao escritório, encomendou bicicletas para a família inteira. E desmarcou a viagem do próximo feriado. Com tantos parques ali e todos da casa munidos de magrelas, trânsito nenhum ia acabar com o humor do Maurizio."
Direto na têmpora: Big Spender - Queen
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sexta-feira, janeiro 25, 2008
Ai, minha coluna
Agora que o acordo já foi feito, posso divulgar: depois da Revista do Banco Mercantil do Brasil, agora serei colaborador da revista do Shopping Cidade com uma coluna mensal. Obrigado aos meninos da Nube, à Amanda e vamos que vamos.
Quanto a vocês, demais clientes da pastelaria, infelizmente não posso reproduzir os textos aqui, mas tenho certeza de que estão felizes com a notícia e que enviarão flores e presentes mimosos para celebrar a minha pessoa. Valeu, também.
Direto na têmpora: Vietnow - Rage Against the Machine
Quanto a vocês, demais clientes da pastelaria, infelizmente não posso reproduzir os textos aqui, mas tenho certeza de que estão felizes com a notícia e que enviarão flores e presentes mimosos para celebrar a minha pessoa. Valeu, também.
Direto na têmpora: Vietnow - Rage Against the Machine
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terça-feira, novembro 06, 2007
Antes da primeira mão
Estava aguardando ansiosamente pra dar a notícia, mas como não tenho freio na língua, falo antes que fique pronto mesmo e dane-se. Se algum de vocês, incautos visitantes, trabalha no Banco Mercantil do Brasil, terá o duvidoso prazer de encontrar este que vos bloga como colunista da revista interna da instituição.
Sim, mensalmente estarei escrevendo por lá e todos vocês são convidados a arranjarem um empreguinho no Mercantil só para terem o prazer de se tornarem meus leitores também no mundo físico. Caso não role, tudo bem, não são poucos os que dizem que vocês não vão perder lá grande coisa.
Direto na têmpora: Porque hoje é sábado - Vinicius de Moraes
Sim, mensalmente estarei escrevendo por lá e todos vocês são convidados a arranjarem um empreguinho no Mercantil só para terem o prazer de se tornarem meus leitores também no mundo físico. Caso não role, tudo bem, não são poucos os que dizem que vocês não vão perder lá grande coisa.
Direto na têmpora: Porque hoje é sábado - Vinicius de Moraes
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