segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Pra nao dizer que nao falei do Galo

Não sou atleticano que fica no pé dos outros. Nunca fui. Não acho que o Galo vá ganhar o Brasileiro, nem a Copa do Brasil e, pra falar a verdade, nem o Mineiro. Mas ontem rolou um lance que eu tenho que contar.
Assim que o Cruzeiro fez 1 a 0 um vizinho de frente urrou, berrou, bateu palmas, faltou soltar foguete, tudo com a Sophia dormindo. Por sorte ela não acordou, mas fiquei puto. Muito puto.
De longe ouvi quando o Galo empatou, virou e fez 3 a 1. Calmamente peguei a Sophia, que já havia acordado, posicionei-me debaixo da janela do infeliz e suavemente cantei "Galô, Galô", enquanto ela dançava toda feliz no meu colo. Nada mais delicioso do que o silêncio no apartamento do vizinho.
Não mexo com ninguém, mas não venha acordar minha filha, pô.

PS - Como eu queria que o Carrinho estivesse vivo e ativo só pra ler o "relatório" do clássico.




Direto na têmpora: Pinga com limão - Premeditando o Breque

2 comentários:

oliva disse...

Ué?!
O que qui houv?
Entrei no seu blog, e só tem um caso à mostra !
Ah, esses "blogueiros" veteranos!
Eu, que ainda sou júnior nesta matéria, humildemente me curvo, e curiosamente pergunto: como fêz isso?

A propósito de Atlético e Cruzeiro; eu que sou Fluminense desde que me lembre de alguma coisa, sofri muito da última vez que morei aí em Beagá.
Morava na Savassi, como vc deve se lembrar.
Cara, quando qq um dos times ganhava, eu não conseguia dormir.
Pior é que geralmente era domingo...
Nem a torcida do Flamengo consegue ser tão ruidosa.

Redatozim disse...

Oliva, acho que o Blogger fez sozinho risos. Pra mim tá aparecendo tudo como sempre aqui.
Quanto às torcidas, o problema é que só tem dois times em BH (que me desculpem os americanos, mas é verdade) e aí a rivalidade fica foda. Entendo, mas que às vezes enche, isso enche.