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sexta-feira, setembro 25, 2009

Por trás de um sorriso

Em 2010 teremos eleições para Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual. Eu adoro trabalhar com marketing político, mas não devo participar do pleito próximo.

O primeiro motivo é que as dificuldades de recebimento e o declínio dos valores pagos aos profissionais realmente desestimula quem trabalha com seriedade.

O segundo motivo é que eleições estaduais e federais normalmente empregam um número menor de pessoas e consequentemente as oportunidades diminuem.

O terceiro motivo é que, estando bem aqui na Tom, não há porque largar para fazer a campanha.

De qualquer forma, espero trabalhar novamente com marketing político, inclusive porque vejo cada vez mais gente fazendo as mesmas fórmulas ou tentando ser apenas criativoso, sem se preocupar em explorar bem pontos de contato, oportunidades e linguagens para se falar com os vários públicos que compõem uma base de apoio.

Já participei de campanhas políticas que entenderam que o mundo mudou. A maioria, no entanto, vai continuar confiando em filmes requentados, discursos-padrão e confiando no desempenho do candidato quase que exclusivamente como caminho para o resultado positivo.

Enfim, já que o assunto é marketing político. Esse aí abaixo sim, tem motivos para sorrir.



Barack Obama's amazingly consistent smile from Eric Spiegelman on Vimeo.






Direto na têmpora: Prometemos não chorar - Barros de Alencar

sexta-feira, dezembro 05, 2008

Grandes homens

Cesinha Tolentino passou e eu tive que postar.







Direto na têmpora: Mental - Eels

quinta-feira, novembro 06, 2008

A história

Tenho 37 anos. Apenas 6 anos antes do meu nascimento, os negros (desculpem, me recuso a usar afro-descendentes, mas aceito sugestões) americanos ganharam direito de voto. Há 53 anos, os negros não podiam sentar nos mesmos assentos que os brancos nos ônibus estadunidenses.

Em termos de história, 50 anos são nada, mas basta uma pequena comparação para perceber o absurdo desse fato.

Os Beatles já faziam sucesso e os negros não podiam votar. O Brasil era bicampeão mundial de futebol e os negros não podiam votar. Brasília já havia sido construída e os negros não podiam votar.

De lá pra cá o ser humano mudou para melhor? Não sei, tenho minhas dúvidas. Na minha pessimista opinião, somos uma raça destinada a existir ao invés de evoluir, mas a vitória de Obama nos EUA, independente do sucesso de seu mandato como presidente, diz alguma coisa boa.

Foi a melhor decisão política para o país? Não posso opinar. Mas a escolha que se faz com esperança, sem ranço, já me parece vitoriosa no próprio nascimento. Que sejam bons e novos tempos para todos.


PS - Tem enquete nova aí do lado. Participe.




Direto na têmpora: Love comes - The Posies

quarta-feira, outubro 29, 2008

Wassup 2008

Lembram do filme Wassup, da Budweiser? Está de volta em uma sacada sensacional de marketing político. Segue o original e a nova versão. Puta inveja de quem criou.




O original.




"Change is what's up."




Direto na têmpora: Mistaken for strangers - The National

quinta-feira, outubro 16, 2008

O sombra

Fazer careta atrás do outro candidato não vale. Imagina a Marta fazendo chifrinho no Kassab. tsc tsc.



É a crise econômica ou o debate foi ruim mesmo, John?




Direto na têmpora: Happiness – Goldfrapp