Mostrando postagens com marcador Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, agosto 26, 2009

Velhos amores

O Rio foi um amor de infância com o qual eu andei, não diria brigado, mas distante durante um bom tempo. Da Fernanda pra cá, eu e o Rio voltamos às boas e posso dizer que já sinto a velha chama acesa novamente.

Foi a primeira vez da Sophia na capital fluminense e que semana bacana passamos por ali. Nem a chuva atrapalhou e a baixinha amou o bondinho, o Cristo, a praia, o musical do Sítio do Pica Pau Amarelo e até mesmo o trágico Parque Terra Encantada, sobre o qual falarei depois.



Sophia curtiu a praia.




Sophia curtiu o Pão de Açúcar.




Sophia curtiu o Jardim Botânico.



Eu e Fernanda, além de nos divertirmos muito em todos os programas citados, ainda aproveitamos muito na comilança e nas compras.

Em termos de restaurantes a coisa foi realmente acima da média. Alessandro & Frederico, Zuka (e seu maravilhoso sorvete de tapioca com bala de coco), Deli 43 e os produtos Pavelka, Devassa, o excelente Bracarense e o delicioso café da manhã do Parque Lage foram alguns dos destaques.

No Bracarense, aliás, reencontramos meu grande amigo Don Oliva e depois fomos ver a sua Virgínia. Um dos melhores momentos da viagem.




Don Oliva, eu, Fernanda e Sophia no Bracarense.



De negativo, a impossibilidade de encontrar Raphael e Sabrina Crespo, a sinalização meio fraca e a decadência deprimente do Terra Encantada. Na verdade, o parque é hoje um exemplo de abandono que chega ao ponto do atendente avisar já na venda do ingresso: "em caso de arrependimento, não devolvemos o dinheiro".

Foi uma semana muito boa, como sempre são bons os momentos em que se reencontra um velho amigo como o Don Oliva ou uma antiga paixão como o Rio.




Direto na têmpora: Kick out the jams - Henry Rollins and Bad Brains

segunda-feira, julho 16, 2007

Blue Rio

Sábado estive no Rio para assistir ao Blue Man Group. Não dá pra comparar com nada que eu já tenha visto. O espetáculo todo é de um bom humor e de uma inventividade sensacionais (isso sem falar que a música é do caralho). Vou colocar um clipezinho aqui pra quem quiser dar uma sapeada, apesar de não ter como passar nem um milésimo do que é o concerto todo.



Mas o bom da viagem foi também perceber que estou me reaproximando do Rio. Nos últimos anos andei decepcionado com a cidade, assustado com a violência, chateado com a sujeira e com a bagunça em algumas das vezes mais recentes que estive lá. No entanto, isso vem mudando e já fico até animado quando a Fernanda (que é simplesmente apaixonada por lá) sugere algum programa por aquelas plagas.

Quando eu era criança ia ao Rio praticamente todo janeiro. Era sempre uma viagem divertida, com praia, zôo, bondinho, comida de hotel, muito cinema e, mais que tudo, o maravilhoso Festival do Sorvete no Tívoli Park. Pra quem é mais novo, o Tívoli era um dos maiores parques de diversão do país e, em janeiro, sediava o Festival do Sorvete em que cada ingresso dava direito a sorvete a vontade durante toda a permanência.

Eu nunca passei mal, mas imagine milhares de crianças na roda gigante, montanha russa e trem fantasma após consumir litros e litros de sorvete. Para os pais deveria ser um suplício, inclusive pelas filas, mas para nós era a melhor coisa do mundo.
Agora já não há mais Tívoli, mas ainda assim quero planejar uma viagem ao Rio com a Sophia. Se ela gostar metade do que eu gostava já vai ter valido a pena.


PS – Brasil campeão da Liga Mundial com 3 a 1 na Rússia. Brasil 3 a 0 nos hermanos na final da Copa América. Se eu não fosse atleticano teria sido o fim de semana perfeito.




Direto na têmpora: Sugarhigh – Coyote Shivers