Meu amigo Leozinho sempre diz que “para o mal não há limites”. Concordo plenamente e cada dia mais com ele. Tem sempre jeito de piorar algo, de ser mais escroto, mais desrespeitoso, mais prepotente.
Não estou nem falando dos crimes bárbaros e fatos hediondos que se aproximam cada vez mais de nós. O papo é mais simples. Falo é de gente que se encarapita no talento dos outros pra fazer o próprio filme, gente que abusa do pequeno poder que tem.
Aliás, sempre achei que o problema do mundo é o pequeno poder. O porteiro da boite que se acha o dono do lugar, o cara do telemarketing que está pouco se lixando para o seu problema, o flanelinha que guarda vaga para o bacana. Gente que se arvora no único e diminuto poder que possui para tiranizar seu relacionamento com os outros.
E aí eu concordo cada vez mais com meu grande e sumido amigo Jônio Bethônico: “tantas pessoas para matar e tão pouco tempo”.
Direto na têmpora: The bees - Belly