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terça-feira, janeiro 29, 2008

O mal

Meu amigo Leozinho sempre diz que “para o mal não há limites”. Concordo plenamente e cada dia mais com ele. Tem sempre jeito de piorar algo, de ser mais escroto, mais desrespeitoso, mais prepotente.

Não estou nem falando dos crimes bárbaros e fatos hediondos que se aproximam cada vez mais de nós. O papo é mais simples. Falo é de gente que se encarapita no talento dos outros pra fazer o próprio filme, gente que abusa do pequeno poder que tem.

Aliás, sempre achei que o problema do mundo é o pequeno poder. O porteiro da boite que se acha o dono do lugar, o cara do telemarketing que está pouco se lixando para o seu problema, o flanelinha que guarda vaga para o bacana. Gente que se arvora no único e diminuto poder que possui para tiranizar seu relacionamento com os outros.

E aí eu concordo cada vez mais com meu grande e sumido amigo Jônio Bethônico: “tantas pessoas para matar e tão pouco tempo”.




Direto na têmpora: The bees - Belly