Eu preciso de espaço para dormir. Sou estabanado, me espalho, mexo e rolo a noite inteira. Além disso, só consigo dormir com os pés pra fora do lençol, não importa a temperatura.
Três consequências desse estilo de sono são: a Fernanda penou no primeiro mês de casamento, eu prefiro dormir no chão a me espremer com alguém em uma cama e eu nunca fui muito fã de acampar.
É claro que eu já acampei, mas ficar naquela barraca abafada, com saco de dormir fazia com que eu dormisse às 4 da madruga e acordasse às 6 da matina. Sorte minha que a falta de sono me incomoda pouco.
Aí me lembrei de um caso na viagem que fiz pela Bolívia, Peru e Chile. Foram 33 dias sozinho, com um itinerário semidefinido e que me levaram à fronteira entre Peru e Chile algumas horas antes da abertura da alfândega.
Impossibilitado de seguir viagem, pedi ao motorista pra cochilar dentro do ônibus. Ele negou, alegando o risco de fiscais, mas me ofereceu outra solução: poderia dormir no compartimento de bagagens, vazio naquele momento.
Entrei, ele fechou a porta e, com a cabeça sobre a mochila, passei duas horas de um sono repousante e tranquilo nas entranhas do busão. Ninguém me incomodando, os pés livres e mais uma manhã cheia de coisas novas pela frente.
Teve bão.
Direto na têmpora: Frustration - Sugar
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terça-feira, maio 05, 2009
domingo, fevereiro 04, 2007
Hora do Soninho
Não levo muito jeito pra política. Apesar de ser bastante cara-de-pau, a chance de mandar o opositor tomar no cu em pleno debate da Globo é enorme e por isso pretendo me manter afastado da vida pública.
No entanto, procuro apoio de vereadores, deputados estaduais ou federais e até mesmo senadores na minha luta pela ampliação da Hora do Soninho para todos os profissionais brasileiros. Por que parar no maternal? Não é justo um cochilo de meia hora no meio da tarde para trabalhadores esforçados como nós?
Tenho certeza de que o Vina, a Adriana e o Euler, como empresários de visão que são, encampariam esta luta e instituiriam a Hora do Soninho na TOM imediatamente, mas como sou uma alma magnânima e penso sempre nos outros, não é pela firma que quero começar.
O que busco é apoio político para que todo brasileiro tenha direito àquela cochilada sensacional em pleno expediente. Junto com a semana de 4 dias úteis (minha grande e verdadeira luta), a Hora do Soninho seria a maior revolução nas relações trabalhistas do país desde Getúlio Vargas.
Para deflagrar esta cruzada peço o auxílio de vocês, diretores de arte, designers e pessoas com um mínimo de bom gosto. Criemos uma camisa como a que me inspirou no threadless e iniciemos a batalha.
Por uma semana de 4 dias! Hora do soninho para todos! Vagabundos unidos jamais serão vencidos!
Direto na têmpora: Out all night - The Pietasters
No entanto, procuro apoio de vereadores, deputados estaduais ou federais e até mesmo senadores na minha luta pela ampliação da Hora do Soninho para todos os profissionais brasileiros. Por que parar no maternal? Não é justo um cochilo de meia hora no meio da tarde para trabalhadores esforçados como nós?
Tenho certeza de que o Vina, a Adriana e o Euler, como empresários de visão que são, encampariam esta luta e instituiriam a Hora do Soninho na TOM imediatamente, mas como sou uma alma magnânima e penso sempre nos outros, não é pela firma que quero começar.
O que busco é apoio político para que todo brasileiro tenha direito àquela cochilada sensacional em pleno expediente. Junto com a semana de 4 dias úteis (minha grande e verdadeira luta), a Hora do Soninho seria a maior revolução nas relações trabalhistas do país desde Getúlio Vargas.
Para deflagrar esta cruzada peço o auxílio de vocês, diretores de arte, designers e pessoas com um mínimo de bom gosto. Criemos uma camisa como a que me inspirou no threadless e iniciemos a batalha.
Por uma semana de 4 dias! Hora do soninho para todos! Vagabundos unidos jamais serão vencidos!
Direto na têmpora: Out all night - The Pietasters
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