Eu já contei aqui que sou ótimo pra entender letras de música de um jeito absurdo.
Já falei da música do Metrô em que a Virginie cantava "Meu amor se zangou de ciúme chorou" e eu ouvia "Meu amor se zangou DISSE UH e chorou".
Já contei também que Sonífera Ilha, dos Titãs, pra mim era "SÓ NI VER A ILHA".
Não contei antes, mas conto agora que, naquela música do "ele tomou um banho de água fresca no lindo lago do amor", o Gonzaguinha cantava "a chuva abençoou" e eu mandava ver um visceral "A CHUVA MENSTRUOOOOU".
Achava que nada me superaria em quesito de surdez / burrice, mas aí veio o Auzier do Pedacinhos do Céu me contar que um antigo professor de violão dele interpretava Raul Seixas aos berros de "Eu sou Aristóbagoooooo, eu sou Aristóbagoooo, vocês precisam acreditar em mim, eu sou Aristóbagoooooo".
E assim caminha a humanidade.
Direto na têmpora: Space Monkey - Patti Smith
Mostrando postagens com marcador virunduns. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador virunduns. Mostrar todas as postagens
terça-feira, setembro 08, 2009
quinta-feira, setembro 07, 2006
Surdo e burro
Acho que foi o Gastão, há alguns anos, que me indicou o Virunduns, um site com algumas confusões que se faz com letras de música por surdez ou pura burrice. O exemplo clássico é o bom e velho "trocando de biquíni sem parar".
Pois hoje me lembrei de um virundum genial do Pinico, que cantava com entusiasmo a letra de Menino do Rio "dragão COM A TOALHA no braço, calção, corpo aberto no espaço".
Eu, por meu lado, descobri há poucos meses que, na velhíssima canção do Metrô, o que a gracinha da Virginie cantava era "Meu amor se zangou de ciúme chorou". E não "Meu amor se zangou DISSE UH e chorou" como eu acreditava piamente.
Mas a prova cabal de que além de meio surdo eu sou bastante burro é Sonífera Ilha dos Titãs. Lá pelos meus 15 anos era só tocar a canção que eu berrava a plenos pulmões: "SÓ NI VER A ILHAAAAAAAA" (significando, para quem não alcança meu grau de estupidez, só em ver a ilha). Uma mula completa, enfim.
Direto na têmpora: Valdirene, a paranormal - Eduardo Dusek
Pois hoje me lembrei de um virundum genial do Pinico, que cantava com entusiasmo a letra de Menino do Rio "dragão COM A TOALHA no braço, calção, corpo aberto no espaço".
Eu, por meu lado, descobri há poucos meses que, na velhíssima canção do Metrô, o que a gracinha da Virginie cantava era "Meu amor se zangou de ciúme chorou". E não "Meu amor se zangou DISSE UH e chorou" como eu acreditava piamente.
Mas a prova cabal de que além de meio surdo eu sou bastante burro é Sonífera Ilha dos Titãs. Lá pelos meus 15 anos era só tocar a canção que eu berrava a plenos pulmões: "SÓ NI VER A ILHAAAAAAAA" (significando, para quem não alcança meu grau de estupidez, só em ver a ilha). Uma mula completa, enfim.
Direto na têmpora: Valdirene, a paranormal - Eduardo Dusek
Assinar:
Postagens (Atom)