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quarta-feira, dezembro 03, 2008

Rabanada

Em novembro, estive presente com contos / crônicas / textos em 4 revistas: Nova Escola, Banco Mercantil do Brasil, Shopping Cidade e Alphaville Campinas. Em uma delas, se não me engano a do Cidade, a personagem da minha historinha era louca por rabanada.

E agora, com o natal se aproximando, lembro que existem poucas coisas no mundo melhores do que rabanadas recém-feitas, quentinhas, cobertas de açúcar, enfim, um convite ao prazer e ao colesterol alto.

Sendo assim, abro de público uma medida provisória para o Programa CSN (Cansei de ser Nhonho): em dezembro, sempre que houver a possibilidade de comer rabanadas frescas, o regime fica de altas.

É isso aí, todo homem tem seu preço e o meu é um belo prato de rabanadas, ou um torresmo do Bar da Tia, mas aí já é outra história e outra causa de enfarte.




Direto na têmpora: Your love alone is not enough – Manic Street Preachers