quinta-feira, janeiro 05, 2012

Oi, obrigado, por favor, tchau

Minha Sophia começou com timidezas ao encontrar pessoas novas. Normal, mas foi aí que eu expliquei a ela o seguinte: "você não precisa ser simpática, você não precisa conversar, você não precisa fazer gracinhas, mas educada você precisa ser."

A partir daí Sophia sempre diz oi, tchau, obrigado e por favor. É o mínimo que se espera de alguém preparado para respeitar e merecer o respeito dos outros.

Ah, mas Sophia tem só 6 anos e essas coisas não são tão importantes assim nessa idade, né? Mas são. Educação é coisa que se aprende de pequeno e que se leva para sempre.

Por isso eu não consigo respeitar quem entra em uma sala e não dá bom dia, quem interrompe uma conversa e não pede licença ou desculpas. Eu simplesmente tenho vergonha de pessoas que convivem com você, mas não acham importante dizer "olá", "tudo bom" ou qualquer coisa assim.

Pra mim é o tipo de gente que olha tanto para o próprio umbigo que sequer percebe que são seres humanos aqueles que estão à sua volta. E se a falta de educação é hierarquizada, pior. Sabe aqueles que cumprimentam o chefe e não olham na cara do vizinho de sala? Pois é.

O que essas pessoas não percebem é que agir assim é como tatuar "babaca" na própria testa.

O gesto de ignorar os outros vira parte de quem a pessoa é: "o cara é muito competente, mas notem, é um babaca" ou "a menina é talentosa demais, mas nunca vi tão babaca". Se você convive com gente assim, seja no clube, no prédio, no trabalho ou na família, afaste-se.

Como eu sempre digo, um babaca por perto é tudo o que o seu dia precisa para ser uma merda.




Direto na têmpora: Hey - The Vines

4 comentários:

BRENO CAMELO disse...

GENTILEZA GERA GENTILEZA, É ISSO AI CARA!

Eduardo César disse...

Porra Maurilo, não deixe um babaca influenciar seu dia. Mande-o para o lugar que lhe cabe naquele minifúndio. (ah... antes que seja tarde. Bom dia my friend. Beleza?)

redatozim disse...

É isso aí, Breno.

redatozim disse...

O babaca quando quer, ninguém segura, Edu, mas a gente segue em frente e vive melhor sem eles. Bom dia, velhão.