Na vida real tive contato com duas figuras desta gloriosa estirpe. Primeiro, o Seu Rafa, que trabalhava no Clube Morro do Pilar e que vivia nos dando esporro, embora nunca conseguíssemos entender porquê.
Outro era o Tião, do Colégio São Francisco Xavier, que comandava os corredores berrando ordens ininteligíveis para os alunos passantes.
Boas pessoas, que trazem boas lembranças e que hoje, quando recebo certos emails ou pedidos, parece que poderiam muito bem trabalhar com publicidade. Falam, falam, falam e a gente não entende lhufas.

Cuméquié, Klunk?
Direto na têmpora: Almanaque – Chico Buarque