Mostrando postagens com marcador dicção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dicção. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, março 31, 2008

Ploblemax de dicxão

Eu adoro personagens que falam sem que você compreenda absolutamente nada do que eles dizem. Bons exemplos são o Pato Donald, Zé Buscapé e o Klunk, da Esquadrilha Abutre, que sempre inventava o diabo pra pegar o pombo Doodle.

Na vida real tive contato com duas figuras desta gloriosa estirpe. Primeiro, o Seu Rafa, que trabalhava no Clube Morro do Pilar e que vivia nos dando esporro, embora nunca conseguíssemos entender porquê.

Outro era o Tião, do Colégio São Francisco Xavier, que comandava os corredores berrando ordens ininteligíveis para os alunos passantes.

Boas pessoas, que trazem boas lembranças e que hoje, quando recebo certos emails ou pedidos, parece que poderiam muito bem trabalhar com publicidade. Falam, falam, falam e a gente não entende lhufas.



Cuméquié, Klunk?




Direto na têmpora: Almanaque – Chico Buarque