Este é um post sobre futebol americano, mas não é.
Tudo começou quando Sean Payton, técnico dos New Orleans Saints, campeões da NFL em 2009, instituiu uma política de recompensa para os jogadores. A ideia era premiar quem fizesse o quarterback adversário derrubar a bola, impedisse o lançamento, coisas assim.
O problema é que os prêmios valeriam também para quem machucasse os quarterbacks adversários. Tirou do jogo? Prêmio. Tirou da temporada? Prêmio. Jogadores de maior expressão como o talentoso novato Cam Newton tinham valores especiais e o craque Aaron Rodgers, por exemplo, valia um prêmio de 5.000 dólares para quem o lesionasse.
Obviamente futebol americano é um esporte de muito contato e acertar o outro com bastante força faz parte do jogo. É difícil medir durante o jogo a intenção por trás do golpe, se dinheiro ou vontade de vencer, mas ainda assim a prática é questionável.
Induz ao golpe desnecessário, à busca de algo além da vitória, ao ódio contra o seu opositor, alé de colocar em (mais) risco a carreira de um colega de profissão.
A NFL se pronunciou e punições duras foram impostas, mas fica a notícia que assusta e que faz pensar se todo time do esporte, mesmo na universidade, não mantém a mesma prática.
Direto na têmpora: Burn my shadow - Unkle
Mostrando postagens com marcador esportes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador esportes. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, março 23, 2012
segunda-feira, dezembro 12, 2011
Esportismos
A quem interessar possa, eu torço pelo Atlético Mineiro. Na NBA eu sou fanático pelos Boston Celtics, na MLB eu gosto dos Boston Red Sox e na NFL eu sempre curti os Denver Broncos.
O Galo é aquela coisa de derrotas impossíveis; o Boston ficou mais de 20 anos sem um título até 2008 e sofrendo com perdas trágicas como Len Bias e Reggie Lewis; os Red Sox ficaram quase 90 anos sem ganhar nada até a conquista de 2004 e, na década de 90, pareci que os Broncos seriam meu único motivo de alegria esportiva por conta dos dois Super Bowls em 1997 e 98.
Ledo engano. Enquanto o Galo continua aquela coisa de ficar sempre no "quase", os dois times de Boston me deram muitas alegrias na primeira década do século XXI e Denver nunca mais foi relevante.
Corta para 2011 e os Broncos começam a temporada perdendo 4 das 5 primeiras partidas em mais uma temporada tipicamente desastrosa. Entra em cena Tim Tebow, o garoto bonzinho e religioso que não chega a ser um quarterback de encher os olhos. Duas primeiras partidas são uma vitória e uma derrota humilhante.
Depois? 6 vitórias seguidas e a história mais comentada da NFL. Um cara limitado, um time com grande defesa e vitórias que só surgem no último quarto de jogo ou na prorrogação.
Ontem foi assim de novo: faltando 2 minutos e 8 segundos os Broncos perdiam por 10 a 0. Touchdown com passe de Tebow, vacilo dos Bears, chute de 59 jardas de Matt Prater e pronto, temos prorrogação.
Na prorrogação bola dos Bears, grande jogada defensiva dos Broncos e um chute de 51 jardas. Pronto, vitória de Denver.
Milagre? Sorte? Calma sob pressão? Um time que simplesmente deu certo com o novo quarterback? Difícil dizer. Difícil também imaginar os Broncos campeões com tantas vitórias no último minuto quando temos um time invicto como os Packers e outros simplesmente arrasando.
Ainda assim, é bom assistir a NFL com alguma esperança de novo. In Tebow We Trust!
Direto na têmpora: Odd soul - Mutemath
O Galo é aquela coisa de derrotas impossíveis; o Boston ficou mais de 20 anos sem um título até 2008 e sofrendo com perdas trágicas como Len Bias e Reggie Lewis; os Red Sox ficaram quase 90 anos sem ganhar nada até a conquista de 2004 e, na década de 90, pareci que os Broncos seriam meu único motivo de alegria esportiva por conta dos dois Super Bowls em 1997 e 98.
Ledo engano. Enquanto o Galo continua aquela coisa de ficar sempre no "quase", os dois times de Boston me deram muitas alegrias na primeira década do século XXI e Denver nunca mais foi relevante.
Corta para 2011 e os Broncos começam a temporada perdendo 4 das 5 primeiras partidas em mais uma temporada tipicamente desastrosa. Entra em cena Tim Tebow, o garoto bonzinho e religioso que não chega a ser um quarterback de encher os olhos. Duas primeiras partidas são uma vitória e uma derrota humilhante.
Depois? 6 vitórias seguidas e a história mais comentada da NFL. Um cara limitado, um time com grande defesa e vitórias que só surgem no último quarto de jogo ou na prorrogação.
Ontem foi assim de novo: faltando 2 minutos e 8 segundos os Broncos perdiam por 10 a 0. Touchdown com passe de Tebow, vacilo dos Bears, chute de 59 jardas de Matt Prater e pronto, temos prorrogação.
Na prorrogação bola dos Bears, grande jogada defensiva dos Broncos e um chute de 51 jardas. Pronto, vitória de Denver.
Milagre? Sorte? Calma sob pressão? Um time que simplesmente deu certo com o novo quarterback? Difícil dizer. Difícil também imaginar os Broncos campeões com tantas vitórias no último minuto quando temos um time invicto como os Packers e outros simplesmente arrasando.
Ainda assim, é bom assistir a NFL com alguma esperança de novo. In Tebow We Trust!
Direto na têmpora: Odd soul - Mutemath
Labels:
denver broncos,
esportes,
nfl
sexta-feira, julho 23, 2010
Eu aprendo com o tio Bill e seus leitores
Digo mais uma vez: eu sou fã do Bill Simmons. Além de ser fã dos Celtics, Bill comenta sobre esportes e assuntos mais mundanos com muito humor e alguma sabedoria. No entanto, em seu último mailbag o que eu mais gostei foi da carta de Andrew Gordon (Washington, DC).
Vou colocar o trecho original e tentar explicar depois.
"Dr. Drew has a theory about the impact of reality TV, and that it has created a generation of people who want to be famous, but don't want to put in the work to develop the skills or talent to be famous. Why study or practice or go to acting school or music school, etc., when you can just get on a reality TV show and be famous instantly? Isn't that theory exactly what we have in LeBron? He wants to be the greatest of all time, he wants to be a global icon, he wants to be the King, yet he has shown no evidence that he wants to put in the work to really achieve those things. Instead of spending this offseason working on developing a low post game, or a midrange offense, he spent his time developing his media machine. He knows the key to being an all-time great is winning titles, but he thinks there is a shortcut to getting there. Why improve your own game and find a way to make everyone around you better, when he can just piggyback on Dwyane Wade to get there."
Em resumo, o que Andrew diz é que com a cultura dos reality shows, as pessoas passaram a achar que existe algo como fama instantânea. Para que estudar teatro, se esforçar em produzir algo culturalmente relevante ou melhorar suas aptidões se basta aparecer em um reality show para obter a fama? Não é melhor investir em marketing pessoal e em contatos?
A partir daí, Andrew traça um paralelo sobre como LeBron James escolheu o caminho fácil ao se juntar a Dwayne Wade ao invés de melhorar suas deficiências, mas eu não vou encher o saco de vocês com isso.
O que eu vou dizer é que vejo isso muito mesmo. A vontade de ser ídolo rápido é reforçada pelos jogadores de futebol que fazem duas grandes partidas com 16 anos e fecham contratos milionários na Europa.
Hoje, aquela cultura de que o trabalho leva ao sucesso dançou. Não cabe na cabeça dos caras que às vezes é preciso ralar uma vida inteira para obter reconhecimento. O título de "gênio" deve ser entregue imediatamente, mesmo que a pessoa só se encaixe nessa categoria em sua própria percepção.
Ser visto passou a ser mais importante do que ser respeitado. Ser idolatrado por 5 minutos bate de longe a vontade de ser referência de uma geração.
Cada vez mais eu vejo gente achando que trabalhar dá muito trabalho e adotando a postura do just gimme the prize. Não é coisa de gente jovem. É coisa de gente idiota de qualquer idade.
E eu, como um velho resmungão, só posso dizer que não acho que vá melhorar.
Direto na têmpora: Empty room - Arcade Fire
Vou colocar o trecho original e tentar explicar depois.
"Dr. Drew has a theory about the impact of reality TV, and that it has created a generation of people who want to be famous, but don't want to put in the work to develop the skills or talent to be famous. Why study or practice or go to acting school or music school, etc., when you can just get on a reality TV show and be famous instantly? Isn't that theory exactly what we have in LeBron? He wants to be the greatest of all time, he wants to be a global icon, he wants to be the King, yet he has shown no evidence that he wants to put in the work to really achieve those things. Instead of spending this offseason working on developing a low post game, or a midrange offense, he spent his time developing his media machine. He knows the key to being an all-time great is winning titles, but he thinks there is a shortcut to getting there. Why improve your own game and find a way to make everyone around you better, when he can just piggyback on Dwyane Wade to get there."
Em resumo, o que Andrew diz é que com a cultura dos reality shows, as pessoas passaram a achar que existe algo como fama instantânea. Para que estudar teatro, se esforçar em produzir algo culturalmente relevante ou melhorar suas aptidões se basta aparecer em um reality show para obter a fama? Não é melhor investir em marketing pessoal e em contatos?
A partir daí, Andrew traça um paralelo sobre como LeBron James escolheu o caminho fácil ao se juntar a Dwayne Wade ao invés de melhorar suas deficiências, mas eu não vou encher o saco de vocês com isso.
O que eu vou dizer é que vejo isso muito mesmo. A vontade de ser ídolo rápido é reforçada pelos jogadores de futebol que fazem duas grandes partidas com 16 anos e fecham contratos milionários na Europa.
Hoje, aquela cultura de que o trabalho leva ao sucesso dançou. Não cabe na cabeça dos caras que às vezes é preciso ralar uma vida inteira para obter reconhecimento. O título de "gênio" deve ser entregue imediatamente, mesmo que a pessoa só se encaixe nessa categoria em sua própria percepção.
Ser visto passou a ser mais importante do que ser respeitado. Ser idolatrado por 5 minutos bate de longe a vontade de ser referência de uma geração.
Cada vez mais eu vejo gente achando que trabalhar dá muito trabalho e adotando a postura do just gimme the prize. Não é coisa de gente jovem. É coisa de gente idiota de qualquer idade.
E eu, como um velho resmungão, só posso dizer que não acho que vá melhorar.
Direto na têmpora: Empty room - Arcade Fire
Labels:
Bill Simmons,
cotidiano,
esportes,
opinião
domingo, junho 07, 2009
6-1, 7-6, 6-4
Os números do título deste post são os números da vitória em 3 sets corridos de Federer sobre Soderling em Roland Garros. Agora são 14 títulos de Grand Slam, sendo pelo menos um em cada piso.
Nada contra Rafael Nadal, muito pelo contrário, mas Roger Federer é um dos maiores de todos os tempos. Poderia dizer o maior de todos os tempos, mas acredito que esta é sempre uma opinião pessoal e que, no esporte, os critérios de grandeza estão além dos números.
Federer foi do adolescente talentoso e nervosinho ao tenista genial e frio. Agora, confirmando seu status de lenda do esporte, o suíço vai se mostrando mais humano dia após dia. Emocionou-se na derrota da Austrália e hoje mostrou-se completamente tocado pela vitória na França.
Com 27 anos e um filho a caminho, é prematuro dizer que está chegando ao fim de sua carreira, até porque tem uma chance enorme de ganhar pelo menos mais um Grand Slam até o fim do ano, mas parece que está com a sensação do dever cumprido.
Eu acho que para as pessoas que atingem este nível, nada é mais difícil do que estar em paz com o seu legado. É preciso que os outros digam o quanto foram importantes, o quanto representaram.
É um pouco o que cada um de nós sente a cada dia quando pensa: será que fiz o suficiente? Será que vou passar em branco? Será que fiz a diferença para alguém?
Na vida desses caras, a maior luta é contra a história, contra si mesmos. E de tempos em tempos podemos dizer que temos a sorte de encontrar pessoas dispostas a encarar esta missão que é a posteridade através do talento.
Eu vi Pete Sampras, Connors, McEnroe, Borg, Agassi, Nadal e Federer.
Eu vi Magic Johnson, Dr. J (um pouquinho), Michael Jordan e Larry Bird.
Eu vi Zico, Platini, Zidane, Maradona, Joãozinho e Reinaldo.
Eu hoje sou um fã de esportes agradecido.
Direto na têmpora: Canadian girls - Beulah
Nada contra Rafael Nadal, muito pelo contrário, mas Roger Federer é um dos maiores de todos os tempos. Poderia dizer o maior de todos os tempos, mas acredito que esta é sempre uma opinião pessoal e que, no esporte, os critérios de grandeza estão além dos números.
Federer foi do adolescente talentoso e nervosinho ao tenista genial e frio. Agora, confirmando seu status de lenda do esporte, o suíço vai se mostrando mais humano dia após dia. Emocionou-se na derrota da Austrália e hoje mostrou-se completamente tocado pela vitória na França.
Com 27 anos e um filho a caminho, é prematuro dizer que está chegando ao fim de sua carreira, até porque tem uma chance enorme de ganhar pelo menos mais um Grand Slam até o fim do ano, mas parece que está com a sensação do dever cumprido.
Eu acho que para as pessoas que atingem este nível, nada é mais difícil do que estar em paz com o seu legado. É preciso que os outros digam o quanto foram importantes, o quanto representaram.
É um pouco o que cada um de nós sente a cada dia quando pensa: será que fiz o suficiente? Será que vou passar em branco? Será que fiz a diferença para alguém?
Na vida desses caras, a maior luta é contra a história, contra si mesmos. E de tempos em tempos podemos dizer que temos a sorte de encontrar pessoas dispostas a encarar esta missão que é a posteridade através do talento.
Eu vi Pete Sampras, Connors, McEnroe, Borg, Agassi, Nadal e Federer.
Eu vi Magic Johnson, Dr. J (um pouquinho), Michael Jordan e Larry Bird.
Eu vi Zico, Platini, Zidane, Maradona, Joãozinho e Reinaldo.
Eu hoje sou um fã de esportes agradecido.
Direto na têmpora: Canadian girls - Beulah
Labels:
esportes,
Roger Federer
segunda-feira, junho 01, 2009
NBA, Roland Garros e a Copa do Mundo
Eu sei, eu sei, ninguém liga para a NBA. Bom, eu ligo. E o James, o Ronan Sato, o Gui de Deus e o Raphael Crespo, mas acho que mais ninguém.
O fato é que eu queria ver LeBron James e Kobe Bryant na final da NBA e, mais do que isso, o Cleveland, depois da saída do Boston, era o time da minha torcida: tinha um grande jogador, era capaz de bater os Lakers e contava ainda com um brasileiro esforçado.
Ia tudo muito bem até que, perdendo por 2 a 1 a série, o Mo Williams (jogador do Cleveland) afirma que eles são o melhor time do basquete e que vão eliminar o Orlando.
Pra mim, jogador que garante uma vitória é burro. E pedante. E desrespeitoso com o adversário. A partir daí comecei a torcer pro Orlando e agora só posso esperar que Dwight Howard encarne o Superman, que a chuva de 3 pontos caia e que o Magic leve o título. É improvável, mas foi o que me restou.
Em Roland Garros, Rafael Nadal era imbatível. E perdeu. Federer tinha a grande chance de sua vida de igualar o recorde de Pete Sampras e de vencer o Grand Slam da França pela primeira vez, completando sua coleção com os quatro títulos mais importantes do tênis.
Pois hoje, contra Tommy Haas, Federer perdeu os dois primeiros sets. "Vai jogar a chance fora", pensei. De repente, como já vez antes nesse mesmo torneio, Federer começa a jogar e mete 6-4, 6-0 e 6-2. Acho arriscada essa tática de "resolver jogar"só quando tudo parece perdido e considero este um dos anos mais equilibrados em Roland Garros, mas parece que agora vai. E eu torço pra que um dos mais brilhantes tenistas de todos os tempos confirme em números o talento que o mundo inteiro já viu.
Na Copa do Mundo de 2014, o projeto de Brasília foi aprovado e teremos um estádio com capacidade para 70 mil pessoas no Distrito Federal. 70 mil pessoas que irão lotar o estádio para acompanhar os jogos de equipes tradicionais como Gama e Brasiliense. 70 mil pessoas em cada jogo do campeonato brasiliense. 70 mil pessoas que poderão ver jogos como Gama x Ituiutaba na Série C ou Brasiliense x Duque de Caxias na Série B.
70 mil pessoas. Justo, muito justo, o futebol de Brasília e os cofres públicos merecem um estádio desse porte.
Direto na têmpora: Black Blade - Blue Öyster Cult
O fato é que eu queria ver LeBron James e Kobe Bryant na final da NBA e, mais do que isso, o Cleveland, depois da saída do Boston, era o time da minha torcida: tinha um grande jogador, era capaz de bater os Lakers e contava ainda com um brasileiro esforçado.
Ia tudo muito bem até que, perdendo por 2 a 1 a série, o Mo Williams (jogador do Cleveland) afirma que eles são o melhor time do basquete e que vão eliminar o Orlando.
Pra mim, jogador que garante uma vitória é burro. E pedante. E desrespeitoso com o adversário. A partir daí comecei a torcer pro Orlando e agora só posso esperar que Dwight Howard encarne o Superman, que a chuva de 3 pontos caia e que o Magic leve o título. É improvável, mas foi o que me restou.
Em Roland Garros, Rafael Nadal era imbatível. E perdeu. Federer tinha a grande chance de sua vida de igualar o recorde de Pete Sampras e de vencer o Grand Slam da França pela primeira vez, completando sua coleção com os quatro títulos mais importantes do tênis.
Pois hoje, contra Tommy Haas, Federer perdeu os dois primeiros sets. "Vai jogar a chance fora", pensei. De repente, como já vez antes nesse mesmo torneio, Federer começa a jogar e mete 6-4, 6-0 e 6-2. Acho arriscada essa tática de "resolver jogar"só quando tudo parece perdido e considero este um dos anos mais equilibrados em Roland Garros, mas parece que agora vai. E eu torço pra que um dos mais brilhantes tenistas de todos os tempos confirme em números o talento que o mundo inteiro já viu.
Na Copa do Mundo de 2014, o projeto de Brasília foi aprovado e teremos um estádio com capacidade para 70 mil pessoas no Distrito Federal. 70 mil pessoas que irão lotar o estádio para acompanhar os jogos de equipes tradicionais como Gama e Brasiliense. 70 mil pessoas em cada jogo do campeonato brasiliense. 70 mil pessoas que poderão ver jogos como Gama x Ituiutaba na Série C ou Brasiliense x Duque de Caxias na Série B.
70 mil pessoas. Justo, muito justo, o futebol de Brasília e os cofres públicos merecem um estádio desse porte.
Direto na têmpora: Black Blade - Blue Öyster Cult
Assinar:
Postagens (Atom)