Mostrando postagens com marcador Gui Fraga. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gui Fraga. Mostrar todas as postagens

terça-feira, setembro 27, 2011

Bobagenzinha à toa.

Henrique Lisandro me lembrou de uma história que nosso saudoso Gui Fraga contava e que eu preciso relatar aqui.

Diz o Gui que um colega dele de faculdade era louco por uma menina, mas nunca tinha coragem de se declarar. Ele agradava, circulava, rodeava, levava para a escola, mas tentar alguma coisa que é bom, nada.

Até que um dia, a caminho da faculdade com a menina ao lado, o rapaz vê um motel e sem dizer nada, joga o carro pra dentro do templo do amor na maior cara de pau.

A menina então se revolta, pergunta o que é aquilo, desanca o pobre coitado e ele, em uma última tentativa desesperada sob a saraivada de insultos, argumenta:

- Pô, mas o que é que custa?




Direto na têmpora: Bring your lovin' back here - Gomez

sexta-feira, novembro 07, 2008

Convite

Se você já conhece o Para Francisco, listado aí ao lado, sabe que esse é um convite imperdível. Se conhece a Cris Guerra ou conheceu o Gui Fraga, também. Se não conhece, visite o blog e não perca: dia 18 tem lançamento do livro da Cris Guerra em BH e quem puder ir, deve aproveitar a chance. Uma obra de uma delicadeza sem tamanho.





Ah, antes que eu me esqueça, enquete nova aí do lado.




Direto na têmpora: Milky Way - Shonen Knife

quarta-feira, outubro 22, 2008

Para Francisco, para o Gui, para ela

Assim como divulguei o blog bem no comecinho, quando ela nem sabia se alguém ia ler, divulgo agora o livro da minha amiga Cris Guerra: Para Francisco.

Parabéns, Cris, o Francisco vai amar. Nós e o Guimbo, já amamos.



Para Francisco




Direto na têmpora: In A Jar - Dinosaur Jr.

sexta-feira, julho 20, 2007

Para Francisco

Minha querida Cris Guerra começou um blog lindo para o Cisco, filhinho dela e do meu grande amigo que nos deixou, o Gui Fraga.
Vale a pena conferir e lembrar que a Cris, além de um humor maravilhoso, é de uma delicadeza que não tem tamanho. O link já está aí do lado.




Direto na têmpora: Fire - Lizz Wright

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Referencia

Lembrei agora que duas das bandas que mais ouço ultimamente, M. Ward e Sanseverino, foram indicação do Gui Fraga. Por isso deixo o M. Ward falar um pouco por mim, como já deixei o Vinicius dois posts atrás.



From A Pirate Radio Sermon
M. Ward

Wise won't be wise anymore
And mine won't be mine anymore
And I am waiting for the day when I will finally know surrender
And the weak will not be weak anymore

Lost won't be lost anymore
Hard won't be hard anymore
And I am waiting for the day when I will finally know surrender
And the weak will not be weak anymore

And I’ll be waiting like a stranger for a train
For a headlight through the rain
I don't know the day or hour
But I can sense the final power

Yours won't be yours anymore
Theirs won't be theirs anymore
I am waiting for the day when I will finally know surrender
And the weak will not be weak anymore
No the weak will not be weak anymore




Direto na têmpora: From A Pirate Radio Sermon - M. Ward

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Ciao

Perder um amigo é saber-se falta. O abraço não dado, o convite não aceito, o telefonema não feito.
Uma vontade de gritar que a vida é bruta e que este sol que brilha lá fora pode muito bem ir à merda, porque seu amigo se foi e você não estava lá.
Falta humildade pra aceitar, falta espiritualidade pra confortar, falta mesmo a calma pra dizer que a vida é assim.
O que sobra é a certeza de que o pão com linguiça, a cerveja, o provolone do boteco em frente à Lápis serão sempre amargos.
Que o abraço de tchau que eu dei sexta passada (será que eu dei a porra do abraço?) junto com a promessa do squash em 2007 foi muito pouco.
E quando chegar a hora, apagar o número do celular, o endereço do msn ou o email do Entourage vai ser só um jeito doloroso pra caralho de dizer que daqui o Gui não vai embora nunca.
Te cuida, irmão. Que te cuidem bem.




Direto na têmpora: Brasilidade - BossaCucaNova

Guimbo San

Poema de Natal
Vinicius de Moraes

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.




Direto na têmpora: Poema de Natal - Vinicius e Toquinho