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terça-feira, janeiro 16, 2007

Quero que o mundo acabe em pamonha

A Época está falando disso, o Fantástico está falando disso, o Menino Monstro está falando disso, enfim, os principais meios de comunicação de massa estão todos preocupados com o fim do mundo.
Eu acho até bom. Essas coisas normalmente pegam a gente de surpresa, tipo um tsunami. Quando você abaixar pra pegar o sabonete, pronto, acabou-se o mundo e você nem viu. Tragédias são assim, tímidas, reservadas, detestam ser vistas vistas com antecedência e é por isso que eu não me preocupo tanto com esse assunto.
Mas como o tema tá na boca do povo, vamos lá. Se eu tivesse que escolher um fim do mundo, seria em derivados de milho. Uma avalanche de pamonha, uma congestão com curau ou uma enchente de suco de milho. Qualquer um desses está servindo bem.
Já que nem a ciência e nem os místicos sabem me dar a causa, a data e os melhores points para curtir o fim do mundo, escolho o esqueminha que mais me apraz. Então é isso, quero que o mundo acabe em pamonha com queijo. E se o Seu Zé (que trás curau toda quarta aqui na Tom) acompanhar o Pastelzinho, vai aí a dica de contribuição para o apocalipse. Pode aumentar a produção, tio.
Em uma matéria relacionada ao maravilhoso mundo da pamonha, nossa repórter de campo Dani Laborna mostra uma brilhante estratégia de marketing que foge ao tradicional esquemão da Brasília velha com alto-falante em cima.




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