Eu era muito fã de Queen desde os meus 7 anos de idade. Enquanto em casa meus pais ouviam muita música clássica, Chico Buarque e MPB (o que era ótimo), foi através do "tio" Ernesto, nosso vizinho, que eu me aprofundei mais em Queen.
É claro que We Are The Champions, We Will Rock You e outras já rolavam na rádio, mas eu ainda me lembro de escutar o News Of The World inteiro emprestado através do Guga, filho do "tio" Ernesto e um dos primeiros amigos que fiz na minha vida.
Eu me lembro do lançamento do Jazz, em 78 quando tinha apenas 7 anos e de pirar com Don't Stop Me Now e Fat Bottomed Girls enquanto descobria Bohemian Rhapsody, Somebody to Love e outros clássicos mais antigos.
Depois veio The Game, com Crazy Little Thing Called Love, Play The Game e Another One Bites The Dust, seguido pela trilha do filme Flash Gordon. Eu tinha 9 anos e a vida era boa para quem curtia o Queen.
Em 82 veio o Hot Space e, apesar de Under Pressure ser uma das coisas mais incríveis que eu já tinha ouvido, além dela apenas Life is Real e Las Palabras de Amor se destacavam em um disco que estava abaixo do que se esperava do Queen.
Com 13 anos recebi o The Works com desconfiança. Radio Gaga e I Want To Break Free eram hits, mas talvez pop demais para mim na época. Foi o último disco que comprei do Queen.
Ainda assim, vi o show mais importante e sensacional da minha vida em 11 de janeiro de 1985, ainda com 13 anos: Queen no Rock in Rio. Uma experiência alucinante e inesquecível.
Daí em diante acompanhei o Queen com certa distância, vibrando com as poucas músicas novas de que gostava, mas sem comprar discos ou me envolver demais. De uma certa forma era como se aquela banda tivesse quabrado minhas ilusões sobre amor eterno e a infalibilidade humana.
O tempo passou, chorei quando Freddie Mercury morreu e continuei curtindo o velho Queen que foi tão marcante na minha vida.
Uma paixão que continua hoje através da Sophia e que me faz fechar os vidros do carro quando estou dirigindo, colocar Spread Your Wings ou Somebody To Love no máximo volume e cantar desafinada e incontrolavelmente como se estivesse ainda no final dos anos 70, descobrindo a paixão musical de uma vida.
Direto na têmpora: Brighton Rock - Queen
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quarta-feira, março 28, 2012
segunda-feira, setembro 05, 2011
O cara do bigode
Freddie Mercury faria hoje 65 anos. Em novembro, serão 20 anos da sua morte. Eu, como fã do Queen desde muito pequeno só posso dizer que não dá pra escolher uma única música pra homenagear o ilustre bigodudo.
Sendo assim, vão algumas e fica a alegria de ouvir Sophia andar pela casa cantando "somebody, somebody... somebody, somebody".
Enjoy!
Direto na têmpora: Procession - Queen
Sendo assim, vão algumas e fica a alegria de ouvir Sophia andar pela casa cantando "somebody, somebody... somebody, somebody".
Enjoy!
Direto na têmpora: Procession - Queen
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terça-feira, março 17, 2009
Grandes reportagens do nosso tempo
Isso é bem antigo, mas me lembrei e resolvi dividir com vocês. É a antológica entrevista de Gloria Maria com Freddie Mercury no Rock in Rio I. Simplesmente sensacional e de rachar de rir.
"Quer uma demonstração? Vem cá que eu te mostro."
Na sequência, ainda em 85, a Globo dá um show na matéria sobre o Iron Maiden, mudando o nome do vocalista da banda de "Bruce" para "Brian" e ainda soltando pérolas como "o satânico Dr. No", digo, "o satânico Iron Maiden".
Confira comigo. Se quiser ver o resto do show, beleza, mas a parte genial de verdade está nos 30 primeiros segundos.
O sempre bem humorado Eddie, o monstro.
Direto na têmpora: Full Moon - The Bloody Irish Boys
"Quer uma demonstração? Vem cá que eu te mostro."
Na sequência, ainda em 85, a Globo dá um show na matéria sobre o Iron Maiden, mudando o nome do vocalista da banda de "Bruce" para "Brian" e ainda soltando pérolas como "o satânico Dr. No", digo, "o satânico Iron Maiden".
Confira comigo. Se quiser ver o resto do show, beleza, mas a parte genial de verdade está nos 30 primeiros segundos.
O sempre bem humorado Eddie, o monstro.
Direto na têmpora: Full Moon - The Bloody Irish Boys
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