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sexta-feira, julho 17, 2009

Maranhão, Maranhão

Eu nunca fui ao Maranhão, mas tenho amigos que são de lá e, Sarneys à parte, me parece ser um lugar bem bacana de se visitar. Aliás, todo mundo que eu conheço que passou por ali, gostou.

Se você pensa que isso é alguma forma de puxação de saco, enganou-se. O Google Analytics mostra que eu tenho, se tanto, um leitor maranhense fiel de São Luís e nada mais.

O motivo deste post é outro, um presente que ganhei ontem da Fernanda e que veio diretamente do Maranhão, onde a empresa que ela trabalha tem uma usina: Guaraná Jesus.

Apesar da fama nacional, nunca havia provado o supracitado refrigerante. Confesso, foi uma experiência decepcionante.

Antes de mais nada, o nome já é meio místico. Eu fiquei esperando algo como um Daime, com visões e experiências extracorpóreas, mas obtive apenas um gosto extremamente adocicado e com retrogosto estranhamente amargo, sem falar na quantidade de gás muitíssimo superior ao recomendado por qualquer instituto de saúde.

Depois, foi a cor. Beber algo rosa pressupõe a vontade de vivenciar uma experiência química em seus limites mais extremos. No entanto, mesmo com 12 horas passadas da ingestão da beberagem, nenhum sinal de descamaçã da pele, queda de dentes ou alterações na visão.

Para finalizar, a garrafa é muito pequena. O primeiro contato com algo exótico sempre requer dosagens elevadas. CAutela é para os fracos! Cadê o Guaraná Jesus 600 ml? Cadie o litrão de 2? Cadê o litraço de 4 (ops)?

Enfim, o Guaraná Jesus é bonzinho, mas não é lá essas coca-colas não.



Ou o meu Guaraná Jesus tava malhado ou não é realmente o que eu esperava.




Direto da têmpora: Plenty is never enough - The Shins